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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Gráfico da Grande Cruz Cósmica

Estimado leitor,

Decorridos mais de 10 anos da sua revelação tive permissão dos maiorais para publicar o Gráfico da Grande Cruz Cósmica.

Para aqueles que compreendem o seu significado, meus votos de pleno êxito no serviço ativo e útil no bem.

Um abraço, estimado leitor.

Grafico Paito

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

História da Dudalina

Dudalina Palavra da Presidente
Quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Amor à camisa
Empreendedor - Napoleão Casado Filho
Em um dos segmentos mais competitivos do mundo, Sônia consolidou uma empresa de altíssima rentabilidade
Dudalina Presidente

“Filha, eu só vou voltar para casa quando vender a última camisa.” Quase cinco décadas depois, a declaração da mãe ainda ecoa nos ouvidos de Sônia Regina Hess de Souza, presidente da Dudalina, uma das maiores camisarias da América Latina. A frase, dita para uma menina exausta numa das viagens que a mãe fazia atrás de compradores, se transformou numa lição eterna, como se naquele momento ela tivesse falado ‘filha, nunca desista antes de alcançar sua meta’. Desde 2003, quando assumiu o comando da empresa fundada pela mãe, falecida no final do ano passado, Sônia tem repetido que está sempre em busca de um “sim”.
A mãe em questão é Adelina Clara Hess de Souza, dona de uma das mais belas histórias empresariais do País. Em 1957, então com seis filhos, Adelina mantinha uma loja de secos e molhados com o marido Eduardo, o Duda, em Luiz Alves, pequena cidade vizinha a Blumenau, em Santa Catarina. Uma compra exagerada de tecidos despertou o espírito empreendedor da comerciante, que começou a produzir camisas com a ajuda das irmãs Lídia e Gertrudes. O sucesso das vendas, feitas a bordo de um caminhão pela região do Vale e Norte catarinenses, acabou dando origem à maior fábrica de camisas da América do Sul. O casal batizou a empresa com a junção dos próprios nomes.
Dudalina Camisa
À frente dos negócios, Adelina foi exemplo de determinação e persistência. “Ainda quero ver um longa-metragem com essa história”, diz Sônia. Nos anos seguintes à criação da camisaria, crescia a empresa e crescia também a família. Adelina e Duda tiveram 16 filhos – 11 homens e cinco mulheres –, todos nascidos em casa. Sônia é a sexta filha e a segunda mulher, dentre todos a mais parecida em personalidade com a mãe, uma senhora “extremamente austera, de uma formação germânico-prussiana que eu nunca vi igual”, afirma Armando Hess de Souza, 51 anos, o sétimo filho.
Dudalina Viver
Antecessor de Sônia na presidência da Dudalina, Armando também é seu irmão imediato mais novo e conhece bem a personalidade da irmã. “Desde muito pequena, a Sônia já era uma ‘Adelinazinha’. Ela gostava muito de mandar, colocava os irmãos mais novos na cama e não tinha conversa, tínhamos que obedecê-la”, conta. Para Armando, a capacidade de liderança é a característica mais marcante que a irmã herdou da mãe. Uma qualidade nata que Sônia aprimorou ao longo da vida e que se reflete de forma muito expressiva no perfil de empresária.
Hoje, Sônia é a líder inconteste da família Hess de Souza, que faz questão de se reunir pelo menos uma vez por mês. Na presidência da Dudalina, conquistou algo que Armando diz nunca ter conseguido nos 13 anos que permaneceu no cargo: a unanimidade, tanto entre os irmãos quanto no Conselho de Administração. O curioso é que num primeiro momento, por razões políticas internas, os conselheiros não queriam aprovar o nome de Sônia para a presidência da empresa. “Desafiada, ela vira um gigante”, diz o irmão.

Dudalina Facção
Esse gigantismo se traduziu em resultados. Dois anos e meio depois de assumir a presidência da empresa, ela já tinha elevado o faturamento em 50%. “Não me surpreendeu porque eu tinha certeza da capacidade dela. É uma mulher incansável, que vai até a exaustão e se recupera muito rapidamente. Mas com certeza surpreendeu, e sobremaneira, o conselho”, garante Armando. No ano passado, a companhia faturou R$ 132,5 milhões, um crescimento de 13,5% em relação a 2007. “A Sônia foi o grande alicerce da construção da Dudalina. Nós pegamos uma fábrica regional e familiar e transformamos numa referência não só para o Brasil. Sob o comando da Sônia, a Dudalina é hoje um centro de excelência, uma empresa de altíssima rentabilidade num dos segmentos mais competitivos do mundo”, diz Armando.
Para saber mais, clique em Mais Informações, abaixo.



Dudalina Amor à Camisa e às Pessoas
Presente no mercado com as marcas Dudalina, Individual e Base, a empresa também produz camisas para grandes grifes como Brooksfield, Zara, Daslu Homem e Levi’s. A produção se distribui por quatro unidades, três em Santa Catarina e uma no Paraná, e vai além de camisas: Luiz Alves (camisas e t-shirts em malha), Presidente Getúlio (camisas), Brusque (polos e t-shirts em malhas) e Terra Boa (camisas e calças). Em Blumenau está instalado o centro administrativo e de logística. A produção é dividida em 60% para as marcas próprias, 20% para exportação e 20% para private labels (marcas de terceiros). Um dos desafios de Sônia à frente da Dudalina é fortalecer as marcas no varejo através da abertura de lojas no sistema de franquias. Em novembro do ano passado, a empresa abriu a segunda franquia internacional Dudalina, na Venezuela, depois da loja instalada no Paraguai. No Brasil, são mais de 3 mil pontos-de-venda comercializando as marcas da companhia.
Dudalina Miss SC 2010
Grata ao irmão, Sônia também não poupa elogios ao antecessor. “Armando deixou a Dudalina com modelo de gestão muito bem resolvido, ficou fácil dar continuidade. Além disso, eu não cheguei de fora para ocupar a presidência, já estava há 19 anos na empresa”, afirma a empresária. Ela ainda conta com o apoio direto de dois irmãos na direção da empresa – Renê Murilo, na diretoria de operações, e Rui Leopoldo, diretor de exportação. Antes dessas duas décadas de trabalho contínuo na Dudalina, Sônia buscou experiências longe dos negócios da família. Em 1974, foi para Barcelona, na Espanha, fazer uma especialização em confecção na Unyl, indústria do setor têxtil. De volta ao Brasil, trabalhou na mesma empresa em Minas Gerais. Em 1984, decidiu se mudar de Belo Horizonte para São Paulo, cidade que a atraía profissionalmente.
Quando a família soube da mudança, não contou tempo: convidou Sônia para representar a Dudalina na capital paulista. “Minha mãe sempre falou que eu estava fazendo um estágio fora”, lembra Sônia. Dona Adelina não estava errada. As lições aprendidas em casa, aliadas à trajetória própria que Sônia fez longe da empresa, resultaram numa mulher que, aos poucos, foi conquistando a unanimidade na família. Quando Armando foi convidado para assumir uma secretaria de estado, a sucessão acabou sendo natural. Mesmo assim, a empresária disse que ficou surpresa com o convite. “Essa ideia não estava organizada na minha cabeça, mas foi muito bom.”

Rotina de trabalho
Dudalina Coleção 2009

Mesmo depois de assumir a presidência da Dudalina, Sônia continua em São Paulo, onde mora com o marido João Miranda de Souza e uma das três filhas dele, que adotou como suas. Por isso, viaja toda semana para a sede da empresa, em Blumenau, onde normalmente fica por três dias. No resto da semana, dá expediente no escritório instalado na capital paulista. A rotina de trabalho começa cedo. Às 7h ela já está na empresa e só vai embora por volta das 20h, depois de 13 horas de trabalho, interrompidas por um breve almoço, feito na própria Dudalina. “Normalmente sou a primeira a chegar e a última a sair.”
Cansaço, estresse, Sônia parece não saber o que é isso. Uma rápida olhada pelo álbum da festa de 50 anos da empresa, realizada em 2007, é suficiente para perceber uma mulher entusiasmada com o que faz. Desde muito cedo ajudava na organização da casa e também na fábrica, instalada num terreno em frente. “Colocávamos etiquetas nas camisas, fazíamos o que era possível fazer com a idade que tínhamos”, recorda. Em 1964, Adelina e Duda decidiram comprar uma casa em Balneário Camboriú para veranear com as crianças. Sônia conta que a bagunça foi tão grande que, no verão seguinte, a mãe comprou duas lojas na Avenida Central para “ocupar o tempo de todos”.
Chato? Não, ninguém reclamava. “Fazíamos um caixa muito bom para comprar máquinas e renovar a fábrica”, lembra Sônia. Mesmo nos fins de semana, a balada vinha depois do trabalho, que era tão prazeroso quanto o boliche ou o fliperama. Foi nessa época, com 12 anos de idade, que Sônia começou a mostrar um de seus maiores talentos: a venda. “Eu era a melhor vendedora da minha mãe”, orgulha-se até hoje. O irmão Armando confirma: “Eu trabalhava na loja do pai e a Sônia da mãe, nós nunca conseguimos vender mais do que elas. O cliente que caía nas mãos da Sônia entrava para comprar uma esteirinha de praia e saía com enxoval para a casa toda.”
A habilidade como vendedora é utilizada até hoje. Sônia garante: nunca aceita um “não” como resposta. “Sem dúvida, a experiência como vendedora contribui muito para minha função. Vender é uma das coisas que mais gosto de fazer e, como diz Luíza Trajano (fundadora do Magazine Luíza), estamos sempre comprando ou vendendo alguma coisa.” Para Sônia, uma das qualidades mais importantes de um vendedor é gostar de pessoas, característica importante para o executivo de qualquer empresa.
A mãe é o exemplo que a empresária faz questão de seguir. “Ela é minha inspiração, uma pessoa forte que nunca deixou de olhar as pessoas envolvidas no negócio”, comenta. Para Sônia e toda a direção da Dudalina, o modelo de gestão de pessoas é estratégico no sentido de transformá-la numa empresa diferenciada. Entre as ações desenvolvidas com este propósito está o subsídio de 60% das mensalidades para todos os 1.250 colaboradores que desejarem cursar o ensino superior. Em 2005, Sônia também instituiu o Programa de Participação nos Resultados (PPR), mais uma forma de manter os funcionários motivados e comprometidos.
O apoio se estende à comunidade. Na enxurrada que arrasou a região do Norte e do Vale do Itajaí em novembro do ano passado, a fábrica de Luiz Alves foi desativada para ceder seu gerador ao hospital local. “Tivemos perda de faturamento, mas também temos resultados fantásticos cuidando das pessoas”, diz Sônia, orgulhosa do slogan da empresa: amor à camisa, amor às pessoas. E a crise econômica? “Não podemos nos deixar contaminar, minha mãe nunca falou em crise.” Sônia aprendeu que não adianta reclamar. A solução é trabalhar até que se venda a última camisa.
Bússola Empresarial
O que fazer
- Transformar adversidades em oportunidades de negócios
- Insistir e buscar sempre o “sim” como resposta em qualquer negociação
- Construir uma empresa de pessoas felizes utilizando boas ações de gestão pessoal
O que não fazer
- Desistir: persistência e determinação são fundamentais para alcançar metas
- Reclamar das dificuldades e crises: em vez disso, trabalhe
Sônia Regina Hess de Souza
Idade: 53 anos
Local de nascimento: Luiz Alves (SC)
Empresa: Dudalina
Data de fundação: 1957
Ramo de atuação: Têxtil
Unidades fabris: Blumenau, Luiz Alves, Presidente Getúlio e Brusque (SC), Terra Boa (PR)
Marcas: Dudalina, Individual, Base (todas para o público masculino)
Cidade-sede: Blumenau
Número de funcionários: 1.250
Faturamento 2008: R$ 132,5 milhões
Crescimento: 13,5%
Linha Direta:

Sônia Regina Hess de Souza: (47) 3331-9001
Fonte: Negócio Certo SEBRAE-SC

domingo, 8 de agosto de 2010

A estrela de Belém como fenômeno astronômico

Conjunção de Júpiter, Saturno e Marte marca a Estrela de Belém e o nascimento de Jesus de Nazareth.
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Fonte: http://arsastri.blogspot.com/2009/07/using-great-conjunction-to-presage.html
Tradução eletrônica corrigida.
Usando a grande conjunção para pressagiar o nascimento de Jesus.
Jesus de Nazareth – Prelúdio
Fonte: Harpas Eternas, volume 1, pag. 24 – Josefa Rosalía Luque Alvarez – Editora Pensamento.
“Enquanto no plano físico se desenvolviam assim os acontecimentos, preparavam-se, também, no mundo sideral movimentos insólitos.
Os dois maiores planetas do nosso sistema, Júpiter e Saturno, aproximavam-se lentamente, com a soberana majestade de astros de primeira grandeza, para unir-se em conjunção magnífica, como se esse assombroso himeneu sideral devesse perpecutir neste outro himeneu do plano terrestre, entre a Divindade e a natureza humana, cujo fruto estava em gestação no seio de Myriam, a meiga mulher, harpa viva da Eterna Lei.
Júpiter e Saturno prosseguiam sua caminhada nupcial através dos espaços infinitos, tendo por cortesãos e espectadores os milhares de estrelas e de sóis deste Universo visível da Terra.
Corria o ano 747 da fundação de Roma, correspondente ao ano 8.967 do início da Civilização Adâmica, únicas datas precisas e de possível comprovação que estamos capacitados a mencionar para orientação dos estudiosos.
Ambos os planetas se dirigiam para os domínios zodiacais de Peixes, signo este estreitamente vinculado, naquele tempo, aos destinos do grande povo seguidor de Moisés.
...
- PEIXES!... – gritaram todos a uma, quando viram dar-se ali o abraço supremo, enquanto o solstício de inverno cobria de neve a Terra da Promissão, vislumbrada por Moisés. De outra parte, no éter azul, o vermelho Marte corria também pressuroso até aquela constelação para cobrir, com a púrpura de seus véus flutuantes, o resplandecente himeneu de Júpiter e Saturno.
A reunião dos três planetas era a eterna clarinada que marcava a hora exata, precisa, inexorável, em que o Homem-Deus abria Seus olhos humanos à vida física sobre o globo terrestre para a posterior imolação, que haveria de coroar Sua gloriosa e grande carreira de Messias-Instrutor de humanidades.
Das Escolas de Divina Sabedoria, saíram em viagem os peregrinos audazes para a Terra Bendita, onde acabara de nascer o Filho de Deus, em carne humana!
Sete séculos antes, Isaías, um dos maiores videntes de Israel, havia cantado o seguinte verso ao som de sua harpa de cordas de bronze, cujas vibrações estremeciam as almas:
“E tu, Betlehem de Judá, és pequena em tamanho, porém grande entre as cidades de Israel, porque de ti nascerá o Salvador dos homens.”
“Naquela noite – a sétima do solstício de inverno – permaneciam muitos em vigília para contemplar o glorioso espetáculo anunciado pelos astrônomos assírios e caldeus...”
“GLORIA A DEUS NO MAIS ALTO DOS CÉUS, E PAZ, NA TERRA, AOS HOMENS DE BOA VONTADE.”
Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo



Grande Cruz
Do artigo de http://arsastri.blogspot.com/2009/07/using-great-conjunction-to-presage.html
Em sete aC., houve uma grande conjunção, Júpiter e Saturno. Ele caiu em 20 graus de Pisces e 55 minutos. Muitos têm a hipótese de ser esta a Estrela de Belém fabulosa.
Na astrologia árabe da Idade Média, muitas técnicas antigas eram usadas que agora são descartadas.
O famoso astrólogo Abu Ma’sar (787-886 dC), preservou muitas técnicas astrológicas persas para predizer os acontecimentos mundiais.
Grande Cruz Planetaria
É provável que os Reis Magos da época de Jesus tenham usado de técnicas semelhantes, para determinar a hora, data e local de nascimento de Jesus de Nazareth.
Uma grande conjunção anterior à ocorrida em sete aC, havia ocorrida no ano de 26 aC, em 3 graus de 17 minutos de Leão.
Em 29 de Maio do ano sete aC, ocorreu a conjunção em 20 graus e 55 minutos de Peixes.
Religiões e profetas tem significado quando ocorrem deslocamentos de uma grande conjunção tríplice para outra.
Isto significa que houve uma mudança na régua da triplicidade, o que pode significar o nascimento de um profeta.
Júpiter rege Peixes e este é o regente da conjunção.
A previsão diz que o profeta será um grande asceta, um rei magnânimo, compassivo, abundante, amoroso e gentil.
Se colocarmos o mapa para Jerusalém, capital da Judéia, nós podemos levantar o horóscopo para esta conjunção considerando os horários das 08h32min da noite até as 11h23min da noite, sendo então a hora local média as 09h57min da noite.
O Leão sobe aos 12 graus e 10 minutos, um ascendente adequado para Jesus - Cristo, e que possam os Céus sempre abençoá-lo.
O conjunto está perto do nono limite, a casa associada à religião e à fé.
Se nós tomarmos a carta e definirmos o ponto da conjunção perfeita, Áries comanda a décima casa e é interessante notar a oposição com Marte, que talvez seja um indicativo de um desafio ao Status Quo e ao Estado Romano.
A distância entre o ascendente com o grau da conjunção é de 218 graus e 45 minutos.
Abu Mas’ar nos diz para contarmos cada sinal como sendo um ano, assim esta distância fica traduzida para sete anos, 106 dias, 12 horas, 44 minutos e 54 segundos.
Isso coloca o nascimento em 12 de Setembro do ano zero às 10h44min da noite, hora local média.
Este parece ser um momento apropriado. É o ano zero do calendário cristão. Esta data pode estar próxima ao ano novo judaico, Rosh HaShanná neste ano. É também um momento oportuno para os pastores guardarem seus rebanhos durante à noite.
Curiosamente, se levantarmos uma carta em doze de setembro do ano zero, às 10h44min da noite, de Belém, Saturno, regente da casa nove, está crescendo em Gêmeos. O que pode significar o surgimento de um grande líder religioso que fala em parábolas.
É claro que tudo isto é mera especulação. Embora existam paralelos interessantes de onde podemos tirar conclusões importantes. Pequenos erros no momento da conjunção podem alterar as datas de forma substancial.
No entanto, como um exercício de técnicas antigas, há muito esquecidas e descartadas pela idade moderna, certamente podemos levantar algumas questões interessantes.
Fonte: http://climazenastrologia.blogspot.com/2008/06/mas-o-que-era-estrela-de-belm.html
Em 1603, Johannes Kepler, à época astrônomo e astrólogo imperial, observou uma conjugação dos planetas Júpiter e Saturno, que apareceram no mesmo meridiano celeste, um por debaixo do outro, e foi seguida por um agrupamento de Marte, Júpiter e Saturno, que apareceram muito perto. Pouco depois, uma supernova brilhante, resultante da explosão de uma estrela, apareceu na mesma área do céu. Kepler supôs que a supernova teria sido criada pelos planetas, o que hoje se sabe ser impossível. Fez cuidadosamente as suas contas e reparou que entre os anos 7 e 4 a.C., data já então considerada provável, para o nascimento de Jesus - Cristo, se tinha verificado uma conjunção de planetas e um agrupamento. Imaginou que uma «estrela nova» tivesse também aparecido na altura e que ela tivesse guiado os magos a Belém. Sem o saber, Kepler originou uma polêmica que ainda hoje perdura, originando anualmente dezenas de artigos científicos, livros e reflexões religiosas.
O que terá sido, afinal, a estrela de Belém? Algumas respostas são muito simples. Foi um milagre, dizem alguns crentes, pelo que não há explicação possível. Não se deve tomar a Bíblia como verdade histórica, dizem outros, pelo que, naturalmente, nunca houve nenhuma estrela de Belém. Muitos astrônomos, contudo, ficaram fascinados com o problema. Todos os anos aparecem novas interpretações e novos dados científicos e históricos. A polêmica persiste, contudo, e as explicações são variadas.
Todas estas interpretações possuem duas falhas gritantes. Por um lado, não conseguem explicar o estranho movimento da estrela de Belém, que teria precedido os magos na sua viagem de oriente para ocidente, os teria depois orientado de norte para sul, ao viajarem de Jerusalém para Belém, e teria parado sobre o local onde se encontrava Jesus. Nenhum dos fenômenos celestes apontados poderia manifestar comportamento tão estranho. Por outro lado, e este será o argumento mais forte, nenhuma destas teorias permite explicar que apenas os magos tivessem visto um fenômeno espetacular no céu. Os judeus de Jerusalém deveriam ter igualmente visto o cometa ou a supernova, não se percebendo que uns tenham ficado impressionados com o fenômeno e outros o tenham ignorado.
Dois livros mais recentes parecem lançar mais alguma luz sobre o problema. Um deles é de Mark Kidger, um astrônomo britânico que atualmente trabalha no Instituto de Astrofísica das Canárias. A obra, intitulada The Star of Bethlehem: An Astronomer’s Point of View saiu sob a chancela da Princeton University Press. O outro é da autoria de Michael Molnar, um astrônomo norte-americano. Tem como título The Star of Bethlehem: The Legacy of the Magi e foi publicado pela Rutgers University Press.
Ridger apresenta como explicação não uma mas várias «estrelas de Belém». Segundo este astrônomo, o «primeiro sinal» terá sido uma tripla conjunção de Júpiter e Saturno, que se registrou no ano sete a.C. na constelação Peixes. Argumentando que Peixes é o signo da Judéia, Ridger diz que qualquer fenômeno astronômico aí registrado seria seguido com atenção pelos magos, que esperavam por um sinal anunciador do nascimento do Messias. Ao contrário dos habitantes locais, que não se interessavam por fenômenos celestes nem por astrologia, o alinhamento dos dois planetas no mesmo meridiano, passando um por debaixo do outro, seria seguido com interesse pelos magos da Babilônia ou da Pérsia que, apesar de terem origem judia, viviam sob influência da astrologia grega, romana e zoroastrista. O «segundo sinal» seria um agrupamento dos planetas Júpiter, Saturno e Marte, que se registrou em Fevereiro do ano seguinte, 6 a.C., igualmente em Peixes. O «terceiro sinal» seria uma conjugação de Júpiter e da Lua, que se realizou em Fevereiro de 5 a.C. na mesma constelação. Depois de todos estes acontecimentos celestes, os astrólogos magos ter-se-iam convencido da chegada do Messias e ter-se-iam preparado para a caminhada até Jerusalém. O «quarto sinal», ainda segundo Ridger, seria o aparecimento de uma explosão estelar, uma nova ou supernova, que o astrônomo britânico levanta como possibilidades, baseado em estudos de registros chineses. A «estrela nova» não seria tão espetacular que tivesse despertado grande interesse na Judéia, mas seria o sinal decisivo para astrólogos magos, que teriam passado os últimos anos a seguir os acontecimentos celestes. Os magos ter-se-iam posto a caminho para o local lógico de nascimento do novo rei dos judeus: a Judéia. Chegados a Jerusalém, pelo movimento natural dos céus, a nova, que teriam visto a oeste durante a madrugada, apareceria agora a sul, indicando o caminho para Belém.
A explicação de Ridger parece bastante plausível e vem trazer novos elementos a esta longa polêmico. Mas Michael Molnar, o astrônomo que publicou o segundo livro sobre o tema apresenta um argumento que parece demolidor: não era Peixes mas sim Carneiro o signo associado à Judéia. Molnar apresenta dezenas de autores e estudos da antiguidade, nomeadamente Ptolomeu, em apoio à sua tese, enquanto Ridger apenas se baseia no testemunho do rabi Abarbanel, um sefardita espanhol que viveu no século XV.
A explicação avançada por Molnar é completamente inovadora e baseia-se numa leitura das edições mais antigas do Evangelho de Mateus, escritas em grego. Molnar diz que a estrela não era mais do que o planeta Júpiter, que teve uma conjugação com a Lua em 17 de Abril de 6 a.C. na constelação Carneiro, o signo dos judeus. Essa conjugação não seria visível, pois registrou perto do Sol, e apenas astrólogos a poderiam ter calculado. Indo ao texto grego, Molnar interpreta os versículos de Mateus tal como eles seriam lidos por astrólogos magos da época. A frase «vimos a sua estrela no Oriente», depois de confrontada cuidadosamente com o texto grego, significa apenas «vimos a sua estrela (isto é, o planeta Júpiter) nascer a oriente do Sol» (logo antes do Sol, o chamado nascimento helíaco). Quando o texto bíblico afirma que a estrela «ia adiante» e «parou», isso apenas significa que a estrela (Júpiter) seguia o movimento de leste para oeste nos céus (hoje chamado retrógrado, para um planeta) e depois ficou estacionária, o que terá acontecido em 19 de Dezembro do mesmo ano, antes de recomeçar o seu movimento aparente normal, de oeste para leste, habitual nos planetas.
As datas, tanto de Ridger com de Molnar, são compatíveis com o que se admite ter sido o momento de nascimento de Cristo, situado em data incerta, entre 7 e 4 a.C., provavelmente num mês de Abril ou Maio. As explicações parecem igualmente credíveis, mas a obra de Molnar, com uma interpretação puramente astrológica da estrela de Belém, parece estar a despertar mais interesse entre os estudiosos. Owen Gingerich, astrônomo e historiador de Harvard, diz que o livro de Molnar é a contribuição recente mais importante na procura de uma explicação natural para a famosa Estrela de Belém. Talvez a explicação da Estrela de Belém não esteja, afinal, escrita na observação de um fenômeno celeste espetacular, mas sim no simbolismo da astrologia antiga.
O certo é que esse não é um fenômeno normal que possa ser explicado pela ciência, pois se refere na algo extraordinário que marcou a humanidade para sempre. Na verdade, eu tenho por certo que a chamada “Estrela de Belém”, é sim um alinhamento astronômico, com interpretação astrológica, por isso se deu a visita dos magos ao menino. Eles o encontraram através da Astro cartografia por isso descrevem a estrela como guia. Eles simplesmente usaram as coordenadas baseadas nas posições dos astros para encontrar aquela pessoa especial revelada pelo Mapa montado naquela época. Esse aspecto místico nos é também confirmada na visão de Santa Ana Catarina: “Então se renovou nessas três tribos o estudo das estrelas e renasceu o desejo da vinda do Menino prometido. Desses três irmãos descenderam os Reis Magos em linha direta, por 15 gerações, após 500 anos; mas, pela mistura com outras raças, eram de cores diferentes. Desde o princípio desses 500 anos, ficavam sempre alguns dos antepassados dos Reis num edifício comum, para estudarem os astros; conforme as diversas revelações que recebiam, mudavam certas coisas nos templos e no culto divino. Todas as épocas que se referiam à vinda do Messias conheciam-nas nas visões Milagrosas, ao observar as estrelas. Desde a Conceição de Nossa Senhora, portanto há 15 anos, essas visões mostravam, cada vez mais distintamente, a vinda da criança. Por fim viram até muitas coisas que se referiam à paixão de Jesus. Podiam calcular bem o tempo da estrela de Jacó, que Balaão predissera. (Núm. 24, 17); pois viram a escada de Jacó e, segundo o número dos degraus e a sucessão das imagens que nestes apareciam, podiam calcular, como num calendário, a proximidade da Salvação; pois o cume da escada deixava ver a estrela ou a estrela era a última imagem dela”. Quando ela fala em visões milagrosas, nos mostra que a astrologia como Ciência Sagrada está ligada as Hierarquias Superiores, e por isso a Visão mística dos acontecimentos são pal
páveis e possíveis.
Pesquisa desenvolvida por:
Carlos Lima - Astrólogo e Pesquisador – Shalom pra todos e que a paz de Cristo esteja com todos
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrela_de_Belém
No ano 7 a.C., houve uma tripla conjunção planetária entre Júpiter e Saturno. Esses planetas se aproximaram no céu (mas não o bastante para serem confundidos como um único objeto), na Constelação de Peixes, nos meses de Maio, Setembro e Dezembro. Aqueles que acreditam ser essa tripla conjunção a "Estrela de Belém", argumentam que os magos viram a 1.ª conjunção em Maio, e iniciaram a jornada. Durante a 2.ª conjunção, em Setembro, chegaram a Jerusalém e durante a 3.ª conjunção, em Dezembro, chegaram a Belém. Em Fevereiro de 6 a.C., houve uma grande aproximação (quase uma conjunção planetária) entre Júpiter, Saturno e Marte - também na Constelação de Peixes......
Data da fundação de Roma.
Fonte: Wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fundação_de_Roma
A data da fundação de Roma é, a rigor, desconhecida. Durante o reinado de Augusto, o historiador Marco Terêncio Varrão (116 a.C.-27 a.C.) estabeleceu a data como 21 de abril de 753 a.C..[1] Embora a data exata seja desconhecida, há consenso entre os historiadores de que a cidade teria sido fundada no século VIII a.C.
Os romanos elaboraram um complexo conto mitológico sobre a origem da cidade e do estado, que se uniu à obra histórica de Tito Lívio e à obra poética de Virgílio e Ovídio, todos da era de Augusto. Naquela época, as lendas oriundas de textos mais antigos foram trabalhadas e fundidas num conto único, no qual o passado mítico foi interpretado em função dos interesses do império.
Os modernos estudos históricos e arqueológicos, que se baseiam nestas e em outras fontes escritas, além de objetos e restos de construções obtidos em vários momentos das escavações, tentam reconstruir a realidade que existe no conto mítico, no qual se reconhecem alguns elementos de verdade.
Fonte: Wikipedia
http://es.wikipedia.org/wiki/Estrella_de_Belén
A Estrela de Belém foi a estrela que se afirma que guiou os Magos ao local de nascimento de Jesus Cristo. O Evangelho de Mateus menciona que os magos do ocidente viram a Estrela de Belém, embora não esteja claro se era um planeta, uma estrela ou um fenômeno astronômico ou astrológico.
De acordo com os escritos, acadêmicos viajaram seguindo a estrela, e isso foi interrompido no local onde Jesus nasceu. Embora seja impossível para uma estrela marcar um lugar específico, numa manjedoura, sugeriram diversas explicações para este fato, é provável que a escritura seja apenas uma metáfora para os fatos anunciados. Seja como for, os magos estavam ligados ao rei dos judeus. Foram os astrólogos gregos ou romanos e os astrólogos orienais que teriam associado a estrela de Belém com Júpiter, o rei do planeta, e Regulus, a estrela de King. Ou se eles vieram da Babilônia, eles teriam associado ao planeta Saturno (Kaiwanu). Em qualquer caso, poderia ser a estrela Sirius, do cinturão da constelação de Orion.
A estrela de Belém, rumo ao sul (12 de novembro, de 7 anos).
A primeira explicação natural desse fenômeno foi dada pelo astrônomo alemão Johannes Kepler em 1614. Kepler descobriu que uma série de três conjunções de Júpiter e Saturno (o que ocorre muito raramente) ocorreu no ano 7 a. C. e há cálculos relacionados com este e a Estrela de Belém, mas estudiosos modernos têm mostrado que, no momento os dois planetas não estariam próximos o suficiente para impressionar os observadores. De fato, o calendário antigo inscrito em uma tabuleta de argila encontrada na Babilônia, sugere que aos astrólogos do tempo não foi dada muita importância a esse evento.
Mais recentemente, o astrônomo Michael R. Molnar encontrou uma dupla ocultação de Júpiter, depois da lua em 6 a. C. Áries como a estrela de Belém.
Michael Molnar baseia sua pesquisa em como se comemorava o nascimento de reis na antiga Roma. Moedas romanas celebravam este evento com o aparecimento de Júpiter (uma estrela para os sábios da época) na constelação do novo rei.
Quando Jesus nasceu em Belém da Judéia, sob o reinado de Herodes, magos apareceram em Jerusalém Oriental
e perguntaram: "Onde está o rei dos judeus recém-nascido? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo. "
Evangelho segundo São Mateus.
Em algumas moedas está colocada uma estrela e a imagem de um cordeiro. Nos tempos antigos, o cordeiro foi atribuído para simbolizar o judaísmo e reuniu o conhecimento do astrólogo no nascimento dos reis com a estrela chamada de Júpiter em conjunção com a Lua (escondido) encontrados em Áries oriental (que vimos ... Sua estrela no oriente).
Assim, com estes elementos a olhar para Júpiter (a estrela dos Reis) em Áries (judeus) ocorreu em 17 de abril, 6 aC. Áries também estavam o Sol, Saturno e Lua.
Então (Herodes, rei da Judéia), reuniu todos os principais sacerdotes e escribas do povo, para perguntar sobre onde o Messias nasceria.
"Em Belém da Judéia, ele respondeu, assim está escrito pelo profeta" ...
Depois de ter ouvido o rei, partiram. A estrela que haviam visto no Oriente ia adiante deles, até que parou no lugar onde estava o menino.
Evangelho segundo São Mateus.
Com estas observações, os Reis Magos viajaram para a Judéia e foi perguntando sobre o nascimento de um rei a Herodes (o rei da Judéia) que alertou para os magos em dezembro de 6AC, pedindo-lhes avisar quando eles encontrassem o novo rei da Judéia. Os sábios sairam em busca do Rei na sequência da estrela.
E quando entraram na casa, encontraram o menino com Maria, sua mãe, e prostraram-se e adoraram. Então abriram os seus tesouros, ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra.
Evangelho segundo São Mateus.
Em 23 de agosto, começa a volta de Júpiter no céu (a estrela ... ia adiante deles) e é novamente seguida pelos sábios após a entrevista com Herodes, até 19 de Dezembro Quando Júpiter pára no céu (A estrela parou no lugar onde a criança estava) e os Magos vêm de Belém; Jesus foi encontrado em oito meses, que lhe ofereceram ouro, incenso e mirra, nesta primeira visita do Magos.
Júpiter retoma seu avanço para o céu a partir de 20 de Dezembro.
Mas este evento aconteceu tão perto do sol que teria sido difícil de ver, mesmo com um pequeno telescópio (que não estava disponível naquele tempo), exceto se os Reis Magos estivessem informados desta ocultação de cenário através de cálculos complexos. O que é improvável. Ocultações de planetas após a lua estão numa hipótese mais comum, mas Molnar apresenta motivos astrológicos para a importância deste fato.
Ao mesmo tempo, e embora seja um fato bíblico, os astrônomos têm monitorado as referências às Escrituras, para tentar encontrar uma explicação racional para esse episódio do Novo Testamento, e também tentar encontrar a data exata do nascimento de Jesus Cristo para tentar ver qual fenômeno astronômico poderá coincidir no tempo com isso.
O monge Dionísio Exiguus (astrônomo, abade de um mosteiro romano, foi designado responsável pela elaboração do cálculo do nascimento de Jesus) fez dois grandes erros no cálculo do calendário cristão, no século VI. Para determinar o ano do nascimento de Cristo ele levou em conta os reinados dos imperadores romanos, mas ele esqueceu que César Augusto ordenou quatro anos sob o nome de Octavio e também omitiu o ano zero.
Esta margem de erro coloca o nascimento de Jesus "cinco anos mais cedo do que geralmente se supõe. Dois outros dados fornecidos pelos Evangelhos são úteis para encontrar a data aproximada do evento venerado pelos cristãos. O censo, o que levou a José e Maria para pedir hospedagem em Belém pode ser o que César Augusto ordenou entre 8 e 6 a. C. Além disso, segundo as Escrituras, o rei Herodes ainda estava vivo, e ele morreu em 4 a. C. Naturalmente, o Natal também teve lugar em Dezembro. Lucas, o evangelista diz que os pastores vigiavam seus rebanhos nas montanhas, mas em Belém, em Dezembro, é uma época fria do mês em que o pastoreio de ovinos tem sido feito em locar abrigado ao invés de nos campos. Estes dados sugerem que o nascimento de Jesus ocorreu entre março e abril, do ano seis a. C.
Mas no Evangelho de Lucas diz que o anjo Gabriel aparece a Zacarias, pai de João Batista, quando ele ministrava no templo. Perante isto, obtemos os elementos de prova que, como foi da ordem de Abias, o incenso, ministravam a penúltima semana de maio, e João tinha sobre Jesus a vantagem de seis meses de idade. Então, Jesus deve ter nascido para a Festa dos Tabernáculos, em setembro do ano 7 ou 6 a. C. [carece de fontes]
Por outro lado, se tivermos em conta que, no Evangelho de Lucas 1:26 diz que "o sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado ...", e que no sexto mês do calendário judaico para o mês de ETUL," Agosto " de setembro "para o calendário gregoriano, podemos localizar o momento da concepção de Maria, portanto, o nascimento de Jesus nove meses depois" June ", no calendário gregoriano, que coincide também com o solstício de verão no Hemisfério Norte, o dia mais longo Junho do ano 21, esta fundação é totalmente crível que tal base bíblica é astronômica.
Bibliografia mistérios astronômicos: a Estrela de Belém
Michele Crudele, A Estrela de Belém, a Enciclopédia Interdisciplinar de Ciência e Religião
* Molnar, Michael (2000). "O legado dos Magos". E.U.A.: Rutgers University Press. Página visitada em 06 de janeiro de 2007.
↑ ... não há nenhum resquício de tal explosão de gás ou por causa de sua proximidade no tempo, algumas emissões de rádio como um traço de um evento como esse. Além disso, o único registro desse tipo na round "de dois séculos para" voltar ao ano de 185 dC Mais informações sobre Arqueoastronomia: A Estrela de Belém (arquivo PDF versão html aqui
↑ Nos Passos dos Reis Magos (Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias, não se identifica com a opinião ou o conteúdo aqui contidas, as quais são da exclusiva responsabilidade de Mark Kidger)
Fonte: http://visaoglobal.org/2008/01/03/astrnomos-e-historiadores-se-unem-para-desvendar-quando-nasceu-jesus/
A Bíblia nada diz sobre a data do nascimento de Cristo, mas no entanto refere personagens e eventos históricos, tais como o reinado de Herodes. Os estudos históricos modernos sugerem que Herodes possa ter morrido algures entre 4 e 1 AC, de acordo com o nosso calendário atual. Diz-se que os Reis Magos visitaram Herodes mesmo antes de morrer, e presumivelmente o nascimento de Jesus e o aparecimento da Estrela vieram antes disso. E é também muito duvidoso que Jesus tenha nascido no fim de dezembro. Por um lado, a passagem bíblica de S. Lucas, "Ora, havia naquela área, pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho" (capítulo 2, versículo 8), indica que a provável estação seria a Primavera: era quando os pastores na Judéia cuidavam dos cordeiros recém-nascidos.
Na Antiguidade, o dia 25 de dezembro marcava o grande festival romano da Saturnália. Era uma ocasião em que se trocavam presentes; os lares, ruas e edifícios eram decorados; e havia no ar um ambiente de grande felicidade e de festa. Diz-se que os primeiros cristãos escolheram a data da Saturnália de modo a evitar atrair as atenções e assim escapar à perseguição da época. Quando o imperador Romano Constantino finalmente adotou o Cristianismo no século IV, a data do Natal permaneceu dia 25 de Dezembro.
O nascimento de Jesus Cristo quase que certamente não ocorreu há 2010 anos atrás. A nossa cronologia atual, pela qual os anos são numerados com AC ou DC, foi concebida pelo abade Dionísio Exíguo por volta de 523 DC. Infelizmente, Dionísio cometeu dois erros crassos nos seus cálculos. O primeiro foi a sua colocação de 1 DC imediatamente depois de 1 AC, ignorando completamente o necessário ano zero no meio.
Na Europa da época, o zero ainda não era considerado um número. Sendo assim, por exemplo, o ano que agora chamamos de 3 AC, é realmente 2 numericamente falando.
O segundo foi Dionísio ter aceito a declaração de Clemente de Alexandria de que Jesus nasceu no 28º ano do reino do imperador Romano César Augusto. Mas Dionísio falhou ao não se aperceber que durante os primeiros quatro anos deste reinado, o líder era conhecido pelo seu nome original de Otávio, até que o senado romano o ter proclamado "Augusto". Por isso só aqui temos um erro de quatro anos, mas quando estes erros foram notados na nossa cronologia, esta já estava demasiado bem implementada para ser alterada.
No que respeita à época do aparecimento da Estrela, a maioria dos astrônomos e dos estudiosos da Bíblia acreditam que provavelmente ocorreu algures entre os anos 7 e 2 AC. É esta então a janela que precisamos explorar para determinar se havia algo raro no céu que possa ter capturado a atenção dos Reis Magos.
O que era?
Talvez um planeta
A teoria final é que a Estrela de Belém era um ou mais dos brilhantes planetas observáveis à vista desarmada. A possibilidade dos Reis Magos terem confundido um ou mais planetas, a eles tão familiares, com uma estrela, parece remota. No entanto, por vezes dois ou mais destes incansáveis errantes juntam-se numa espectacular conjunção. Talvez um agrupamento planetário de beleza particular; uma excepcionalmente próxima conjunção de dois planetas ou agrupamentos de três ou mais, criando uma notável figura geométrica no céu que pode ter tido lugar entre os anos 7 e 2 AC. Uma reunião deste gênero seria algo bastante raro e inesperado.
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Conjunção tri-planetária de 25 de Fevereiro do ano 6 AC, vista de Jerusalém, pelas 18:30 (hora local).
Crédito: Miguel Montes, Starry Night Pro
Tal evento foi registrado na noite de 25 de fevereiro do ano 6 AC, envolvendo Marte, Júpiter e Saturno, e aconteceu na constelação de Peixes. Se já visitou um planetário por esta época de Natal, então provavelmente já sentiu a excitação ao ver o projetor do planetário viajar no passado para recriar este evento belo e raro. Outra possível explicação para a Estrela de Belém seria a passagem tripla de Júpiter por Saturno entre maio e dezembro de 7 AC: uma "grande conjunção." Júpiter pareceu passar um grau para norte de Saturno no dia 29 de maio; praticamente no mesmo local a 30 de setembro; e finalmente uma terceira vez a 5 de dezembro.
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A primeira das três passagens de Júpiter por Saturno, a 29 de maio do ano 7 AC, vista de Jerusalém.
Crédito: Miguel Montes, Starry Night Pro
Não existem dúvidas acerca da visibilidade destes eventos, quase todos na direção oposta à do Sol no céu noturno. Em relação ao seu impacto astrológico, os Reis Magos certamente notaram que ambos os planetas não se afastaram muito entre as suas conjunções. De fato, durante oito meses consecutivos, o tempo necessário para viajar 800 km ou mais, desde a Babilônia até à Judéia, Júpiter e Saturno permaneceram a menos de 3 graus de separação, desde o final de abril de 7 AC até ao princípio de janeiro de 6 AC.
Por outro lado, com auxílio de acontecimentos históricos citados na Bíblia, poderemos determinar com maior precisão os prováveis anos nos quais teria nascido Jesus. De início, como já vimos, segundo São Mateus, sabe-se que Jesus nasceu durante o reinado de Herodes, que faleceu entre 4 AC e 1AC, talvez nos meses de abril ou maio. Essa última conclusão prende-se ao fato de a morte de Herodes ter ocorrido antes da Páscoa dos judeus, e ter sido precedida por um eclipse da Lua. Ora, como o único eclipse lunar visível em Jericó foi o da noite de 12 para o dia 13 de março, como foi mencionado por Flavius Josephus, supõe-se que a morte de Herodes ocorreu provavelmente no mês que se seguiu ao eclipse. Em síntese: tudo indica que Herodes morreu entre 13 de março e 11 de abril, pois foi nesse último dia que se iniciou a Páscoa dos judeus.
Uma outra ocorrência que tem auxiliado os historiadores foi o massacre dos inocentes, quando todas as crianças de menos de dois anos foram sacrificadas por ordem de Herodes, que se baseou nas informações dos Magos para enviar os seus soldados a Belém, a fim de matar o novo Messias que ele tanto temia. Por esse fato se concluiu que Jesus, na época, deveria ter menos de dois anos. Seria conveniente lembrar, por outro lado, que essa data pode corresponder a concepção e não ao nascimento, pois entre os orientais era tradição iniciar a contagem da idade a partir daquele instante.
Um outro ponto de referência na fixação da data de nascimento de Jesus foi a época do recenseamento ordenado pelo Imperador Augusto, que foi executado por Quirino, governador da Síria. Se aceitarmos o termo recenseamento como censo, isto é, como um inventário de população, a data correspondente será -7 ou -6. Todavia se tomarmos, como o fazem alguns autores, esse termo no sentido de cens, ou seja, de imposto, que deve ter sido posterior de um a dois anos ao citado inventário, é aceitável supor que o mesmo ocorreu 5 a 4 anos AC.
Considerando todos esses elementos, chegamos à conclusão de que efetivamente a data de nascimento de Jesus deve situar-se entre os anos 5 a 7 AC.
Em que dia do ano nasceu Cristo? O Natal, em 25 de dezembro, começou a ser celebrado em todo o mundo como o dia do nascimento de Jesus depois do ano 336 DC. Antes essa data era aceita com o solstício do inverno no Hemisfério Norte. A festa pagã do "dies solis invicti natalis", ou seja, o dia do nascimento do Sol invicto, era celebrada no dia que coincidia com os meados de saturnália — estação durante a qual os trabalhos cessavam.
No Oriente, o nascimento foi inicialmente celebrado em 6 de janeiro, data que estava associada à Estrela de Belém. Tal comemoração tinha como objetivo substituir a cerimônia pagã que em 6 de janeiro se comemorava no templo de Kore em Alexandria e em algumas regiões da Arábia, quando se celebrava Kore, a virgem, que deu à luz Aion.
Em 194 d.A., Clemente de Alexandria propôs a data de 19 de novembro do ano 3 a.C., enquanto outros pretendiam que o nascimento ocorresse em 30 de maio ou 19/20 de abril. Mais tarde, em 214 DC, Epifânio propôs do dia 20 de maio. Nessas datas existem confusões entre a época da concepção e do nascimento. No entanto, tais datas parecem concordar com a velha tradição de que Cristo teria sido concebido na primavera e nascido em meados do inverno (essas estações referem-se ao Hemisfério Norte).
Segundo os relatos da Bíblia, o nascimento de Cristo pode ser determinado em função do de São João Batista. Assim Zacarias, o pai de João Batista, foi o sacerdote da travessia de Abia (Lucas 1.8) que teria servido no templo na sexta semana depois da Páscoa, semana anterior ao Pentecoste.
Como todos os "sacerdotes" também serviram durante o Pentecoste, Zacarias teria deixado Jerusalém para sua casa no décimo segundo dia do mês do calendário israelita Sivan, ou seja, em 12 de junho do nosso calendário. Ora, como Isabel, sua esposa, concebeu seu filho depois do seu retorno (Lucas 1.24) conclui-se que João Batista deve ter nascido 280 dias mais tarde, ou seja, nas vizinhanças do dia 27 de março.
Lucas (1.36) registrou ser Cristo seis meses mais jovem que João Batista, o que faz ter o nascimento de Cristo ocorrido em setembro seguinte, ou seja, no outono do ano 7 AC. A primitiva tradição cristã registrava que Jesus nasceu um dia depois de um Sabbath judeu, isto é, em um domingo.
Crenças astrológicas tradicionais indicam, como dia mais provável, o sábado, dia 22 de agosto de 7 AC. Seria conveniente lembrar que no calendário judeu o dia começa ao pôr-do-Sol, de modo que se considerarmos a crença que Cristo nasceu depois do pôr-do-Sol, podemos aceitar que o seu nascimento ocorreu em 21 de agosto do ano 7 AC.
Fonte: Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve/ Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, astrônomo para o G1
Leia mais: http://visaoglobal.org/2008/01/03/astrnomos-e-historiadores-se-unem-para-desvendar-quando-nasceu-jesus/#ixzz0vzAAViuB
Fonte: http://astrosphera.blogspot.com/2009/07/conjuncoes-jupiter-saturno.html
Conjunções Júpiter-Saturno.
Assuntos relacionados: Abu Ma'shar, Ars Astri, Grande Conjunção, Steven Birchfield
As grandes conjunções Júpiter-Saturno indicam grandes mudanças na humanidade e nos países nos quais ela acontece. Abu Mashar diz que essas conjunções são mais importantes nos países representados pelo signo da conjunção, mas é claro que não nos restringimos somente a eles.
É preciso, porém, mostrar que as conjunções Júpiter-Saturno não são todas iguais. Existem conjunções mais importantes: são aquelas que ocorrem nas mudanças de triplicidade.
Parece complicado, mas não é. Se você notar a sequência das conjunções, elas apresentam um comportamento mais ou menos regular. As conjunções apresentam uma sequência de 12 a 13 vezes num mesmo elemento - chamado também de triplicidade - e em seguida passam para a triplicidade seguinte. A ordem é sempre a seguinte: fogo - terra - ar - água, bem como no zodíaco.
Teoricamente, as mudanças de triplicidade ocorrem a cada 240 anos. Teoricamente também, a conjunção volta ao mesmo elemento a cada 960 anos. Por que teoricamente? O que acontece nos céus não é nada regular.
Se você perceber, as conjunções tem um comportamento muito irregular em algumas épocas. Quando há a mudança de triplicidade, a conjunção seguinte tende a voltar ao elemento anterior. Por exemplo, no ano 26 antes de Cristo, a triplicidade mudou da Água para o Fogo. A grande conjunção ocorreu em Leão. A próxima conjunção a essa ocorreu no ano 7 depois de Cristo, e ela ocorreu no signo de Peixes, que pertence à triplicidade que imperava antes da conjunção ocorrer em Leão. Essa irregularidade é típica das mudanças de triplicidade da série de conjunções. Eu poderia citar diversos outros exemplos, mas esse é suficiente.
Os antigos Astrólogos tinham dificuldade no cálculo das conjunções com a mesma exatidão que temos hoje, então criaram um método que foge da realidade acima, mas que se baseia numa filosofia que valoriza a perfeição, mais do que a irregularidade. Eles criaram o conceito de "conjunções médias".
Não se tratava de aproximação. Kusyar ibn Labban e Abu Mashar sabiam que as conjunções médias não correspondiam à realidade, mas eles queriam estabelecer um grau de prioridade: com tantas conjunções acontecendo numa ordem irregular, em qual delas devemos nos basear? Daí que o conceito de conjunção média foi importante, embora surreal.
Para encontrarmos as conjunções médias, deve-se estabelecer uma data em particular para começar a contar intervalos de 19,8613 anos, que separam as conjunções e que são contadas a partir de Áries. A próxima conjunção se encontra a 242,4214° de longitude da conjunção anterior, o que dá aproximadamente nove signos de distância.
Qual a consequência mais imediata de se traçar períodos regulares de conjunções sem se preocupar com o que realmente acontece nos céus? É evidente que as conjunções acabam por não coincidirem com o que se observa na realidade... Isso pode ser uma aberração, mas alguns astrólogos atualmente consideram que não.
Steven Birchfield considera que uma conjunção que marque a mudança de triplicidade só será importante se ela ocorrer tanto no zodíaco tropical quanto nas conjunções médias. Isso muda - e muito - o julgamento. Antes de conhecer o conceito de conjunções médias, eu concluí que a conjunção júpiter-Saturno em Libra no ano de 1981 seria uma mudança de triplicidade, pois antes dela as conjunções aconteciam em signos de terra. Segundo a ordem das conjunções médias, essa conjunção não seria tão importante porque ela não coincide com a mudança de triplicidade da série da conjunção média. Por essa série, a conjunção de 1981 não existiu. Pela média, houve uma conjunção em 1980, no signo de Leão. Ainda seguindo as conjunções médias, o ano de 2040 que será importante, por ter uma mudança de triplicidade do fogo para a Terra, dessa vez no signo de Virgem. Essa conjunção coincide com outra - no zodíaco tropical - que ocorrerá em Libra, e mais uma vez o que acontece no zodíaco sideral coincide com as conjunções médias...
O que fazer com toda essa informação? Agora que sabemos das conjunções médias, como devemos proceder? No presente momento, minha opinião é que o zodíaco sideral possa fornecer respostas muito interessantes para Astrologia mundial. Fora isso, de nada adianta saber dessa idéia se ela não funciona...
As conjunções que marcam as mudanças de triplicidade representam o nascimento de uma nova religião, ou mudanças sobre a religião anterior. Uma religião, mais do que uma prática espiritual, representa os princípios que norteiam uma nação e seus dirigentes. De acordo com a doutrina de Abu mashar, antes de uma dinastia nova assumir o poder, uma nova religião surge, que define os princípios da dinastia.
Antes do estado ser laico, havia uma grande ligação entre a religião e o estado. Até hoje, alguns países vivem em regime de Teocracia, mas de um modo geral os estados contemporâneos não possuem uma religião, mas sim princípios filosóficos, econômicos e científicos. Essa é a nova religião da maioria dos países, iniciada com o Iluminismo. Steven chama essa religião de Democracia moderna. (Eu a chamo de Capitalismo, mas isso seria errado porque o Socialismo Soviético experimentou princípios comuns ao capitalismo).
Para Abu Ma'shar, o nascimento de profetas é mostrado pela presença de Júpiter, Saturno ou Marte no eixo 3-9 do mapa da conjunção que marca a mudança de triplicidade. Alguns autores acham que temos de erguer um mapa exato para a conjunção, mas a maioria dos registros históricos consistiam em cartas de ingresso do Sol em 00°Áries para o ano em que ocorre a conjunção.
Eu confesso ao leitor que fiz mapas de ingresso do Sol em 00° Áries para Jerusalém, nos anos 25 e 7 antes de Cristo, mas não achei nenhuma evidência de um nascimento de um Messias. Nas Cartas de Ingresso dos anos em questão, não havia nenhum dos planetas citados nas Casas 3 ou 9, tanto no zodíaco sideral quanto no tropical. Isso me fez desanimar um pouco sobre os princípios que estava seguindo, com a esperança de que acharia algo significativo. O autor do blog Ars Astri (em latim, a arte dos astros) lança um mapa para a hora exata em que ocorre a conjunção em Peixes, no zodíaco tropical, no ano 7 antes de Cristo, como a representante do nascimento de um líder religioso (que Abu Ma'Shar chama de "profeta"). Nesse mapa, há de fato a presença de um dos planetas superiores no eixo 3-9, e o autor conseguiu até mesmo estimar uma data de nascimento de Jesus Cristo! Veja com seus próprios olhos no link.
Se o autor estiver certo, então devemos usar um mapa para o momento em que a conjunção fica exata (e não a carta de ingresso), e ignorar o fato de que a conjunção em Peixes não marca uma mudança de triplicidade. Isso foge um pouco dos princípios e mostra uma tendência a tentar explicar tudo que acontece, extrapolando um pouco com as regras. Se os princípios estiverem errados, então isso será uma oportunidade de aprendermos.

sábado, 7 de agosto de 2010

Grafologia Parte 3 – As margens

 

 Margens

Imagem: Cortesia de Helen Fernanda mediante prévia autorização.

Confira o texto em http://www.htmhelen.com/2009/01/margens-e-espacamento-interno.html

Antes de examinarmos a escrita própria, notemos se o escrevente deixou ou não margens.

É verdade que este ponto depende muito do uso ou da moda, e havemos de examinar a escrita mesma para ver se os prognósticos fornecidos pela margem se confirmam ou deixam de serem confirmados.

A ausência de margens significa economia ou avareza.

As margens largas, ao contrário, designam em geral generosidade.

As margens que se alargam de cima para baixo são indícios de uma luta entre a generosidade nativa e a economia proposital.

Se as margens vão diminuindo à medida que descem, denotam a vitória da economia sobre a propensão de gastar.

As margens proporcionais e iguais revelam um carater equilibrado, a harmonia, o bom gosto.

Para podermos decidir se a ausência de margens é causada pela tendência a avareza, é necessário observar estes sinais na escrita que são:

Escrita muito apertada. Palavras encurtadas ou muito juntas umas das outras, linha unidas e falta dos espaços habituais.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Moveis e objetos práticos. Show de criatividade

Estimado leitor, veja quanta solução criativa.
Confira nas figuras abaixo.
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Um sofá que se transforma num beliche. Bem prático.
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O diferencial deste sofá cama é a possibilidade de leitura tanto como sofá como quando transformado em cama.
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Cadeiras com espaço para guardar bolsa e pasta de trabalho, bem com cabide para o paletó ou casaco. A mesa tem dois andares.
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Veja que interessantes os quadros para cantos. Ideal para ambientes pequenos.
Você já havia visto isto antes?
Para ver mais itens interssantes, clique em Mais informações, abaixo.




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Veja um cortador e pegador de pizza que realmente funciona. Para as familias que gostam de pizza é uma solução ideal porque é limpo e prático.
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Aqui é mais pela criatividade e por ser um objeto bem decorativo. Além disso o ar entre as paredes internas e externas da jarra atua como isolante termico tanto para liquidos frios como para liquidos quentes, quase como uma garrafa térmica que ao invés de ar possui gas inerte ou vácuo em seu bulbo de vidro espelhado.
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Chicaras como spot de luz. Bom para ambientes onde se faz as refeições, cozinha americana, copa, etc.
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Para quem gosta de descascar batatas assistindo a TV da sala, eis aí uma solução bem prática e fácil.
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Esta é uma tábua para corte de carnes e legumes bem prática. Eu mesmo tenho uma destas em casa há muitos anos e sempre penso na sua praticidade.
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Aqui está utra tábua de frios interessante. Facilita acertar o “alvo”.
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Ideal para reunir a cortina plástica do chuveiro num pequeno espaço.
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Chuveiro ou cachoeira para quem gosta de variar o banho.
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Aqui tudo está embutido.
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A idéia é boa. Será que é durável? A grande vantagem é a economia e espaço e o modo diferente de guardar a cadeira.
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Para quando se quer um espaço a mais.
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A estante retrátil é ideal para feiras e exposições ou para permitir o transporte de uma estante com maior facilidade.
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A vantagem deste cabide é facilitar a secagem da roupa e tambem evitar que camisas amassem nos ombros.
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Veja que sapateira diferente acima.
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Super sapateira compacta. Sonho de toda mulher.
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Ziper de lago. Criatividade.
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Escada com escorregador. Sonho da criançada.

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Que tal uma cadeira que se transforma numa escada?
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Espreguiçadeira prática.
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Como desligar as tomadas em casas sem crianças pequenas.
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Onde eu encontro um suporte de carregador e celular inteligente como este?
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Veja que esteira de prática inteligente e sofisticada.
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Um abraço, estimado leitor!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Grafologia Parte 2 – Finalidade

 

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A grafologia revela o caráter e as aptidões de uma pessoa pelo exame de sua escrita. É natural que o grafólogo, escolha um outro texto do que uma prova caligráfica feita com cautela e premeditação. É preciso escolher um manuscrito feito com a letra habitual da pessoa referida, sem que esta esteja previamenta avisada.

Grafologia 04

O estudo da grafologia se baseia sobre a fisiologia e a psicologia, que ensina que cada movimento do corpo é um reflexo do movimento da alma.

Que o movimento do corpo é resultante de nossos pensamentos, sentimentos e emoções.

Por isso, nosso caráter, sendo constituído do conjunto dos nossos movimentos que, em consequência das nossas aptidões e dos nossos hábitos, se dão o mais frequentemente, manifesta-se nos correspondentes movimentos psicológicos necessários, que daqueles resultam.

 

Grafologia 07

A grafologia como as demais ciência adivinhatórias é antiquíssima.

A história narra que Suetónio, que viveu no segundo século da nossa era, analizou a escrita de Augusto e que, das curvas que esta apresentava, argumentou que o caráter do imperador devia ter sido clemente.

Os monges da idade média fazeram estudos profundos sobre este ramo das ciências ocultas, muito utilizado para fins empresariais e de identificação biométrica nos dias atuais.

 

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Sabe-se que a grafologia mereceu a atenção de Shakespeare, Goethe, Lavater, Desbarrolles e outros.

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O verdadeiro iniciador e vulgarizador desta ciência foi um francês que publicou em 1870 sob o pseudônimo de Jean Hyppolite, um volume intitulado: “Mistérios da Escrita”, ao qual fez seguir um outro, que denominou: “Sistema de Grafologia”, e depois um terceiro: “ O Método Grafológico”; na compilação deste, foi ajudado por seu amigo Emilio de Vars.

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Hoje há um avultado número de grafólogos, e muitos jornais e revistas franqueiam-lhes as suas colunas, pois o público reconhece o valor incontestável das revelações grafológicas, que nos permitem conhecer o caráter dos nossos amigos e inimigos, conhecidos e estranhos, e deste modo nos dão a possibilidade de evitarmos amargas e dolorozas decepções, produzidas por ilusões de falsos juízos benévolos, como também nos tornam mais justos em nossas apreciações com referência às respectivas pessoas.

Os caractéres gráficos revelam o caráter ético dos seus autores; quantas vezes, pois, podem dar-nos bastante clareza sobre várias acusações, denúncias, promessas, etc.

Grafologia 01

Estamos convencidos de que os nossos estimados leitores irão nos acompanhar até o fim nesta série de artigos destinados a abordar de forma resumida, para dar uma idéia do assunto, já que o mesmo é de estudo profundo dos especialistas e profissionais a respeito, que sempre devem ser consultados para um parecer adequado.

Assim o estimado leitor verá de modo simples um pequeno resumo destes ensinos que com a prática se tornam amenos, amados e sobremodo úteis.

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