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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Pensamentos sobre Empire Avenue e meu novo amigo Jorge do Brasil!

Pensamentos sobre Empire Avenue e meu novo amigo Jorge do Brasil! 


Por Sally K. Witt.
Empire 01
Guest post. Traduzido do original em inglês. Veja o link original em http://bruceandsallywitt.wordpress.com/2011/09/28/thoughts-about-empire-avenue-and-my-new-friend-jorge-from-brazil/
Se demorar para abrir vá direto em Empire Avenue - A whole new world in Social Media! by Sally K. Witt http://t.co/o8FlKiRL

Empire 02

Empire Avenue - Um novo mundo em Social Media!

Empire 03
“Sou professora, treinadora e guia no mundo dos computadores desde 1983. As coisas mudam tão rapidamente! Em 1984 fui trabalhar para a Apple Computer, levando a mensagem para as empresas e universidades de que toda a sua vida pode mudar quando você tem o poder em suas próprias mãos para cuidar de tantas pessoas, a partir de seu próprio país, através de um computador. Você não precisa de 3 secretárias, você pode escrever sua própria correspondência, imprimi-la e fazer alterações!


Toda vez que há algo novo, existem algumas pessoas que se sentem dentro do assunto como um peixe dentro da água, e outros que precisam de um professor ou um guia. Então, após a “iluminação” acontecer, outro grupo decola e estas pessoas não precisam que as orientem mais. Elas "captaram a mensagem" e podem usar as suas próprias ferramentas.



Na Rede Social tem sido assim por anos. Algumas pessoas perceberam de imediato o que elas poderiam fazer. Pessoas como eu estavam ávidas para fazer novos amigos ao redor do mundo em todas as horas do dia ou da noite, em todas as oportunidades, continentes e linguagens. A internet nos permite aprender e crescer e tornar-se perto de outras pessoas facilmente.


Anos se passaram, e nós estamos na era do Iphone, Android, Google + e muito mais. Informações e as ligações são instantâneas, para o bem ou para o mal. Agora temos mídia social - vídeo e muito mais.


Queremos assimilar, aprender e crescer. Alguns de nós querem fazer negócios. Outros querem fazer relacionamentos. Alguns curtir jogos. Empire Avenue é o local perfeito para tudo isso. Você é recompensado por realmente estar usando a mídia social. Você joga um jogo que lhe dá a oportunidade de conhecer pessoas que são realmente boas em mídias sociais, ou que são novas como você.Você pode participar de grupos e trabalhar junto em projetos, ajudar uns aos outros e ainda promover seus blogs e posts do twitter.”

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Como ler a mão do parceiro

Como ler a mão do parceiro, mãos que se devem aliar e mãos que se devem evitar.
Sweet 07
Fonte: Elementos de Quiromancia, Francisco Valdomiro Lorenz, Editora Pensamento.
Como ler a mão Elementos de Quiromancia
Pagina: 49.

“A observação das mãos pode ser aproveitada com muita vantagem, quando se trata de saber se duas pessoas tem ou deixam de ter as qualidades naturais para se associarem ou se casarem.

Uma escolha racional é a garantia de bom êxito e felicidade, ao passo que uma aliança má produz só desgraça.

Quando as mãos de duas pessoas em questão indicam, pela sua forma, tendências opostas e inconciliáveis, é lógico que os caracteres terão muita dificuldade para se harmonizar.

Se as duas mãos pertencem ao mesmo tipo ou se, pertencendo a tipos diferentes, indicam as mesmas tendências principais, aliam-se bem.
Assim,
Os dedos lisos e espatulados se dão bem com os dedos nodosos e pontudos, porque ambos amam a ordem (os primeiros por serem espatulados, os segundo por serem nodosos), economia, cálculo, ciências exatas e mecânica, possuindo o senso prático.

Mas os dedos lisos e pontudos não se aliam aos dedos nodosos e espatulados, principalmente se os primeiros são curtos e os segundos compridos, pois aqueles indicam o idealismo e a distribuição de bens e ainda a falta de ordem, e estes,
um espírito prático, amante da ordem e da sistematização, cálculo, dedução e economia.

É evidente que entre as duas pessoas fica difícil haver uma harmonia completa, pois o que agrada a um, desagrada ao outro; um economiza e o outro gasta, etc.”

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.

sábado, 24 de setembro de 2011

As acoes de Purgly estao em quarto lugar no ranking mundial do Empire Avenue de 24.09.2011

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Purgly EA Top 3 on 24092011

Estimado Leitor, anunciamos que PURGLY está com ações de midia social virtual disponíveis para o Empire Avenue e estão cotadas em terceiro lugar como as de maior ROI retorno sobre investimento de 24.09.2011. Confira na figura ampliada abaixo feita a partir da captura de tela as 21:21 de 24.09.2011.

Purgly EA Top 3 on 24092011

Um abraço estimado leitor e se quizer experimentar o Empire Avenue, fique à vontade. Você vai gostar.

 

Fonte http://empireavenuetips.com/topROI

Como indentificar um Paulistano (Humor)

 

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Como indentificar um Paulistano

VOCÊ SABE QUE ALGUÉM É PAULISTANO QUANDO...
Na fala:

a) chama o semáforo de 'farol';
b) diz 'bolacha' em vez de biscoito;
c) diz 'cara' em vez de menino;
d) diz 'mina' em vez de menina;
e) diz 'bexiga' em vez de balão;
f) diz 'sorvete', tanto para picolé como para sorvete de massa;
g) acha que não tem sotaque nenhum;
h) ri do sotaque de todo mundo (gaúcho, carioca, mineiro, nordestino,etc...);
i) vê uma pessoa mal vestida e chama de 'baiano';
j) é extremamente possessivo, pois emprega a palavra 'MEU' em praticamente todas as frases.

No clima:

a) fala sobre o tempo para puxar assunto;
b) enfrenta sol, chuva, frio, calor, tudo no mesmo dia e acha legal...
c) sai todo agasalhado de manhã, tira quase tudo a tarde e põe tudo de volta à noite;
d) tem mania de levar o carro para polir no sábado ou no domingo. O carro fica brilhando, só que toda vez que vai sair com ele para passear... CHOVE.

Na praia:

a) fala que vai para praia sem especificar qual;
b) fica a temporada no Guarujá, Maresias ou Ubatuba, mesmo que chova mais do que faça sol;
c) chama Ubatuba de 'Ubachuva';
d) fala mal da Praia Grande, mas toda virada de ano fica sem dinheiro e acaba indo para lá.

Nas esquisitices:

a) faz fila para tudo (elevador, banheiro, ônibus, banco, mercado,casquinha do MC'DONALDS, etc.);
b) repara nas pessoas como se fossem de outro planeta;
c) cumprimenta os vizinhos apenas com 'oi' e 'tchau';
d) espera a semana inteira pelo final de semana e quando ele chega, acaba não fazendo 'nada';
e) convida: 'Passa lá em casa', mas nunca dá o endereço;
f) chama o povo do interior de São Paulo de 'caipira'.

Principal:

a) ri de si mesmo ao perceber que tudo acima é verdade e encaminha para todos os amigos;
b) e como todo paulistano, estou fazendo minha parte. Idem, idem, estimado leitor!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Como entender as mulheres (humor)

Como entender as mulheres (humor)
Entender mulheres 06
Finalmente foi publicado nos Estados Unidos um livro esclarecedor sobre o assunto.
Confira aqui,
ONLY FOR THOSE WITH A SENSE OF HUMOR….
Apenas para aqueles com senso de humor…
The book is now available!
O livro está agora disponível!

See it bellow.
Veja o livro abaixo.

"Understanding Women”
Entendendo as Mulheres”
has finally arrived in book stores:
chegou finalmente às livrarias:

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Veja mais em Mais informações, abaixo.

O que e Neuromarketing

O que é Neuromarketing?
Neuromarketing 01
Fonte: Wikipédia http://pt.wikipedia.org/wiki/Neuromarketing

Neuromarketing

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Neuromarketing 02
Comportamento do consumidor.
É a união do marketing com a ciência, é considerado uma chave para o entendimento da lógica de consumo, que visa entender os desejos, impulsos e motivações das pessoas através do estudo das reações neurológicas a determinados estímulos externos.
Neuromarketing 03
Veja um video em inglês em http://www.youtube.com/watch?v=owPZGJdn1rg

A essência do filme:
- Atenção (observação concentrada)
- Envolvimento emocional (fazendo perguntas)
- Retenção de memória (testes. Ex. pesquisas do Mal de Alsheimer)

Índice

Neuromarketing 07

Metodologia

Pesquisadores utilizam tecnologias de Imagem por Ressonância Magnética funcional (IRMf) para medir a quantidade de sangue oxigenado no cérebro visando identificar com precisão as variações das suas atividades.
Portanto quanto mais uma determinada região do cérebro estiver trabalhando, maior será o consumo de combustível (principalmente oxigênio e glicose) e fluxo de sangue oxigenado para aquela região.
O IRMf é uma versão avançada do eletroencefalograma chamada TEE, abreviatura de Topografia de Estado Estável, que rastreia ondas cerebrais rápidas em tempo real.
Concept: Construction workers inspecting brain

Origem

O termo “Neuromarketing” ficou cunhado por Ale Smidts[1], um professor de Marketing na Erasmus University em Roterdã, Holanda.
Porém foi Gerald Zaltman, médico e pesquisador da universidade norte-americana de Harvard, que teve a idéia de usar aparelhos de ressonância magnética para fins de Marketing, e não estudos médicos.
Posteriormente com a divulgação de uma pesquisa científica no jornal acadêmico Neuron, da Baylor College of Medicine, em Houston, Texas, um estudo que consistia na experimentação dos refrigerantes Pepsi e Coca-Cola, ganhou repercussão.
Neuromarketing
Os experimentadores envolvidos não sabiam qual era a marca a bebida que tomaram, e comprovou-se que as declarações verbais de preferência, identificação e respostas cerebrais não eram compatíveis.
Quando perguntados qual dos dois refrigerantes era melhor, metade respondeu Pepsi.
Nesse caso, a ressonância detectou um estímulo na área do cérebro relacionada a recompensas.
Já quando elas tinham conhecimento sobre a marca, esse número caiu para 25%, e áreas relativas ao poder cognitivo e à memória agora estavam sendo usadas.
Isso indica que os consumidores estavam pensando na marca, em suas lembranças e impressões sobre ela.
O resultado leva a crer que a preferência estava relacionada com a identificação da marca e não com o sabor.
Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.



Neuromarketing 04

Aplicação

Dentre várias hipóteses, hoje os analistas de marketing esperam usar o neuromarketing para melhorar as métricas de preferência do consumidor, pois como vemos a simples resposta verbal dada à pergunta: "Você gostou deste produto?" pode nem sempre ser verdadeira devido a um viés cognitivo.
Este conhecimento vai ajudar a criar produtos de marketing e serviços concebidos de forma mais eficaz e campanhas de comunicação, mais centradas nas respostas do cérebro.
O neuromarketing irá dizer às empresas como o consumidor reage, em relação à cor da embalagem, ao som da caixa quando abaladas, ao cheiro de determinados produtos entre tantas outras questões.

Livros

Um dos primeiros livros que abordou o assunto foi o “Neuromarketing - O Genoma do Marketing, O Genoma das Vendas, O Genoma do Pensamento”, publicado em 2007 pelo escritor brasileiro Alex Born[2].
Mais recentemente a obra “A Lógica do Consumo – Verdades e Mentiras sobre por que Compramos”, publicado em 2009, versão brasileira do livro “Buyology”[3] de Martin Lindstrom, auto intitula-se como a maior pesquisa sobre Neuromarketing já realizada até o momento.

Experiencias

Neuromarketing
Hoje nos anos 80 a Coca-cola realizou testes utilizando a influência do neuromarketing.
Neuromarketing 09
Durante uma fracção de segundos era passado uma imagem de uma garrafa de coca-cola entre os slides dos filmes.
Sem se aperceberem os individuos que viam o filme, foram influênciados a comprar coca-cola nos intervalos do filme.
Sendo comprovado haver um aumento de 50% na compra de coca cola no filme em que esta experiencia era realizada. [4]
Neuromarketing 05

Referências

  1. David Lewis & Darren Brigder. "Market Researchers make Increasing use of Brain Imaging". [S.l.]: Advances in Clinical Neuroscience and Rehabilitation, 2005. 35 p.
  2. http://www.alexborn.com/
  3. http://www.martinlindstrom.com/index.php/cmsid__buyology_about
  4. http://alanabrinker.wordpress.com/2010/08/25/pepsi-e-coca-cola-sao-iguais-conheca-o-neuromarketing/
Neuromarketing 06

FGV Projetos inaugura Laboratório de Neuromarketing

Publicado em 27 de março de 2011
Fonte: http://www.neurovox.com.br/blog/category/neuromarketing/
Laboratório de Neuromarketing da FGV Projetos
FGV Projetos inaugura Laboratório de Neuromarketing, tornando-se a principal empresa brasileira a oferecer pesquisas nesse campo.
No dia 16/03/2011 a FGV Projetos realizou o Seminário Neuromarketing: o Futuro da Inteligência de Mercado. O intuito era divulgar a inauguração de seu Laboratório de Neuromarketing.
O seminário,  contou com palestras do sociólogo Antonio Lavareda (Conselheiro do IPESPE e Membro do Laboratório de Neuromarketing da FGV Projetos); do Prof. David Lewis (Fundador do Mindlab International – Inglaterra); Duncan Smith (CEO do Mindlab Internacional – Inglaterra); Prof. Michael Brammer (Professor da Universidade de Londres/Centro de Ciências para Neuroimagem e co-fundador da Neurosense Ltda.); e do Prof. Juracy Parente (Coordenador do GVcev – EAESP/FGV).
O Laboratório de Neuromarketing da FGV Projetos é o mais completo laboratório do campo no Brasil. Conta com parcerias com o Mindlab International e a Neurosense, dois grandes pioneiros nos estudos de neuromarketing no mundo. A Neurosense, por exemplo, foi responsável pelos estudos de neuroimagem que deram origem ao livro “Buyology”, do consultor dinamarquês Martin Lindstrom (traduzido no Brasil como “A Lógica do Consumo”).
Com a iniciativa da FGV Projetos, temos hoje três institutos que oferecem serviços de pesquisa em neuromarketing no Brasil: a própria FGV Projetos, a global Millward Brown e a carioca Forebrain.

sábado, 17 de setembro de 2011

A origem da discordia entre Arabes e Judeus

A origem da discórdia entre Árabes e Judeus
Fonte: http://veja.abril.com.br/historia/israel/especial-discordia-familiar-arabes-judeus.shtml
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Edição Especial
Revista VEJA, maio de 1948
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Irmãos de sangue e parceiros no ódio, árabes e judeus
digladiam-se na Terra Santa desde o final do século XIX. É um
trágico e visceral embate que tem tudo para acabar mal

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No olho da rua: Abraão obedece Sara e expulsa Agar e o pequeno Ismael de sua morada; começava a saga do povo árabe
 
Reza o Velho Testamento que Abraão recebeu de Deus, por volta dos 75 anos de idade, o chamado para se mudar de mala e cuia para os rincões de Canaã, com a promessa de que seus descendentes dariam origem ali a uma grande nação. Dez anos depois, porém, já estabelecido na nova terra, o longevo migrante ainda não havia conseguido gerar a tão esperada prole. Sara, a esposa, o instigou a desposar sua serva, a egípcia Agar, para fazer valer o desígnio divino – união que produziu o menino Ismael. Quando o rapagote completava seu 13º aniversário, Abraão, já com 99 anos, teve outro encontro com Deus, que reiterou a promessa feita anteriormente e garantiu que a posteridade de Abraão sairia das entranhas de Sara. Dito e feito: no ano seguinte veio ao mundo Isaac, filho do centenário porém fecundo patriarca.
Na festa de apresentação de Isaac, contudo, Sara viu o primogênito zombando do caçula, e ordenou ao marido que expulsasse Agar e Ismael de seus domínios. A idéia de desterrar o sangue do seu sangue não agradou a Abraão, que apenas levou a cabo a ação por ter a garantia de Deus que seu filho com a escrava também teria um destino fabuloso, iniciando outra grande nação. Assim, fornecendo um pão e um odre de água a Agar e Ismael, o patriarca mostrou-lhes o caminho da rua logo na manhã seguinte. Ambos erraram por algum tempo pelo deserto da Bersabéia, até que Ismael se fixou no deserto da Arábia, produzindo doze filhos – as doze tribos ismaelitas, ancestrais do povo árabe. Do outro lado da família, em Canaã, seu irmão Isaac teve como prole Esaú e Jacó. Os doze herdeiros deste último (rebatizado mais tarde de Israel) compuseram as doze tribos que deram origem ao povo hebreu.
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A primeira 'Aliyah', no século passado:uma longa marcha rumo à Terra Santa
Milênios depois da desavença fundadora entre árabes e judeus, a cizânia entre irmãos voltou a explodir de forma figadal na Palestina, território que engloba a terra mitologicamente prometida por Deus a Abraão. O cenário bélico que hoje se vê no recém proclamado estado de Israel é resultado de uma série de conflitos que remontam ao terceiro quarto do século passado, quando a ideologia sionista, que defendia a criação de um estado judeu independente na Palestina, começou a se propagar pelo mundo e levar os judeus em comboio de volta para o Oriente Médio. Por volta de 1880, antes mesmo que Theodore Herzl organizasse as idéias sionistas em livros e congressos, os primeiros imigrantes já desembarcavam na Palestina, então uma província do Império Otomano, na primeira das muitas ondas de imigração hebraica – movimentos conhecidos como Aliyah, ou "ascensão".
Com elas, em pouco mais de 30 anos, o número de judeus na Palestina quase quadruplicou: de 24.000 em 1881 para 85.000 em 1914. A maioria desses pioneiros chegava em fuga do império russo, onde reinavam o anti-semitismo e os temíveis pogroms, ataques praticamente oficializados contra as minorias. Os imigrantes judeus se enraizaram no Oriente Médio em comunidades agrícolas, em terrenos comprados de senhores de terras otomanos e árabes. Mesmo estabelecida de forma legal, a presença dos pioneiros causou desde o primeiro dia uma tensão latente entre judeus e árabes palestinos. Assaltos destes últimos contra assentamentos hebreus levaram seus líderes a montar, por volta de 1910, uma força de defesa, batizada Hashomer (guardiões), que viria a ser o embrião do exército judeu.
O ápice das hostilidades - Com a eclosão da Grande Guerra, em agosto de 1914, milhares de árabes e judeus, colocando-se do lado das forças aliadas, pegaram em armas na esperança de que o domínio otomano na Palestina chegasse ao fim. O clima beligerante fortaleceu o sentimento nacionalista dos árabes, que ganhou ainda mais corpo depois da ira generalizada que se sucedeu ao anúncio da Declaração de Balfour, em 1917 – na qual a Grã-Bretanha afirmava estar pronta para apoiar a criação do estado judeu na Palestina, possibilidade jamais admitida pelos árabes. Com o fim da guerra e a concessão do mandato na Palestina à potência européia, uma escalada de violência tomou conta da região, para desespero dos súditos da rainha, perdidos em meio ao fogo cruzado entre os locais. Ataques de árabes a judeus, como o de Nabi Musa, na Cidade Velha de Jerusalém, em 1920, ou em Jaffa, no ano seguinte, ou ainda no chamado massacre de Hebron, em 1929, terminavam com dezenas de mortos e feridos.
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Os imigrantes judeus no navio 'Exodus': barrados pelos britânicos na Palestina
Mesmo com as restrições da Grã-Bretanha à entrada de judeus na Palestina, oficializada gradativamente nos diversos Livros Brancos (políticas que limitavam a imigração), o plano sionista de montar seu estado não arrefeceu – pelo contrário. Em compensação, na mesma medida seguiram as campanhas árabes, insufladas por líderes religiosos como o Grande Mufti de Jerusalém e milícias como a Mão Negra. Eram respondidas à altura por ataques de grupos armados judeus, notadamente o Irgun. As hostilidades alcançaram seu ápice na chamada Revolta Árabe na Palestina, iniciada em 1936. Os revoltosos queriam a evacuação dos britânicos, eleições imediatas e o fim da imigração judaica. A violência levou à formação da Comissão Peel, que, ao final de um ano de deliberações, recomendou a partilha da Palestina.
O plano, no entanto, foi recusado pelo governo bretão e pelos árabes, e a onda de combates, que havia diminuído, recrudesceu até 1939, quando a revolta foi encerrada por seus líderes sem atingir seu objetivo. Apesar disso, seus mentores consideraram que o movimento teve como mérito fortalecer a identidade árabe-palestina – contra, obviamente, os inimigos comuns (britânicos e judeus). Desde então, a violência entre os antagonistas tem sido incessante. Ataques-surpresa de ambas as partes (não raro covardes, vitimando populações civis) vêm ocorrendo em ritmo espantoso desde o início desta década.
Não houve pausa nem mesmo durante a eclosão da II Grande Guerra, travada entre os Aliados e o Eixo – que representou, em meio à escaramuça na Palestina, um novo fardo para os judeus, atormentados pelos horrores nazistas e sua infausta "solução final". Agora, com a definitiva saída de cena da Grã-Bretanha e a proclamação do estado de Israel, árabes palestinos e judeus engalfinham-se de frente, sem intermediários, em um bate-barba consangüíneo como não se via havia muito tempo. Um choque de ódio que remonta, mais do que ao litígio entre Ismael e Isaac, ao serpentífero confronto de uma outra dupla de irmãos, Caim e Abel. Que esta história tenha um final diferente.
No mundo extra-bíblico há referências dum povo chamado literalmente "vagabundos das areias" (Ara-Bar). Esse era o vocábulo com o qual o povo egípcio designava todos os nômades semitas que giravam em volta do Egito, que depois darão origem aos árabes e hebreus. Outros antropólogos defendem que os dois povos são ao mesmo tempo os 'habiru', nômades presentes em todo lugra no Oriente Próximo, entre 2000 e 2200 antes da Era Comum. A partir deste ponto de vista, portanto, é difícil separar a etnia dos árabes e hebreus. São ambos povos semitas, nascidos no mesmo contexto.
No mundo bíblico existe a figura de Abraão, o pai espiritual das três religiões monoteísticas, judaísmo, islamismo e cristianismo. Da história de Abraão se deduz também que ele não é só pai espiritual de hebreus e árabes, mas também pai carnal. A Bíblia conta, em Gênesis 16, que Abraão não podia ter filhos com sua esposa, Sara. Esta, recorrendo a uma espécie de prática moderna da "barriga de aluguel" pede ao marido que tenha um filho com a escrava Agar. Nasce então Ismael. Mais tarde também Sara conseguirá ter um filho com Abraão, Isaac (Gn 18,13ss). O texto de Gênesis conta que houve conflitos entre Agar e Sara e por causa disso Abraão teve de mandar embora Agar, contra sua vontade, com o filho Ismael (Gn 21). Os dois vão então para o deserto, porém diz o autor sagrado, que serão sempre ajudados por um anjo enviado por Deus. E além disso, coisa muito importante, um anjo conforta Agar dizendo que também Isamael vai dar origem a um grande povo. Isso que dizer que temos duas alianças, uma feita com Abraão e sua descendência (Isaac, Jacó...) e a uma simile com Isamael e seus descendentes (Gn 21,18), os muçulmanos.
Depois, na sequência da narração bíblica, se dá muita ênfase na Aliança com os patriarcas, mas também não deixa de ser mencionado o sucesso da outra aliança, com Ismael: Isaac encontra o irmão Ismael, na vida adulta; Ismael participa ao enterro de Sara e também de Abraão (Gn 25,9); quando Ismael morre é descrito como um justo (Gn 25,17).
Quem diz que os árabes descendem de Ismael é o próprio Maomé. Podemos supor que uma separação entre os dois povos tenha acontecido quando uma parte da descendência de Abraão vai para o Egito, onde vive pacificamente (Gn 46). Depois, quando a situação no Egito mudou, com Moisés o povo sai do Egito e volta para a Palestina, onde formam uma realidade política.
Da parte árabe, os vestígios arqueológicos dizem que os primeiros reinos são do V século antes da Era Comum, com os Mineus e os Sabeus, na Penísula Arábica, onde se estabilizaram tribos nômades.
Em conclusão, há vários elementos que testemunham a origem comum, antropologicamente falando, dos dois povos. A raiz comum se dá também no campo religioso. Prova disso é que o próprio Moisés e evocado até mesmo no mome dos Muçulmanos (Moslen), que reconhecem Moisés como Profeta.
Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.


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Reza o Velho Testamento que Abraão recebeu de Deus, por volta dos 75 anos de idade, o chamado para se mudar de mala e cuia para os rincões de Canaã, com a promessa de que seus descendentes dariam origem ali a uma grande nação.
Dez anos depois, porém, já estabelecido na nova terra, o longevo migrante ainda não havia conseguido gerar a tão esperada prole.
Sara, a esposa, o instigou a desposar sua serva, a egípcia Agar, para fazer valer o desígnio divino – união que produziu o menino Ismael.
Quando o rapagote completava seu 13º aniversário, Abraão, já com 99 anos, teve outro encontro com Deus, que reiterou a promessa feita anteriormente e garantiu que a posteridade de Abraão sairia das entranhas de Sara.
Dito e feito: no ano seguinte veio ao mundo Isaac, filho do centenário porém fecundo patriarca.
Na festa de apresentação de Isaac, contudo, Sara viu o primogênito zombando do caçula, e ordenou ao marido que expulsasse Agar e Ismael de seus domínios.
A idéia de desterrar o sangue do seu sangue não agradou a Abraão, que apenas levou a cabo a ação por ter a garantia de Deus que seu filho com a escrava também teria um destino fabuloso, iniciando outra grande nação.
Assim, fornecendo um pão e um odre de água a Agar e Ismael, o patriarca mostrou-lhes o caminho da rua logo na manhã seguinte.
Ambos erraram por algum tempo pelo deserto da Bersabéia, até que Ismael se fixou no deserto da Arábia, produzindo doze filhos – as doze tribos ismaelitas, ancestrais do povo árabe.
Do outro lado da família, em Canaã, seu irmão Isaac teve como prole Esaú e Jacó. Os doze herdeiros deste último (rebatizado mais tarde de Israel) compuseram as doze tribos que deram origem ao povo hebreu.
Um choque de ódio que remonta, mais do que ao litígio entre Ismael e Isaac, ao serpentífero confronto de uma outra dupla de irmãos, Caim e Abel. Que esta história tenha um final diferente.
Um ambicioso estudo genético, realizado em conjunto por cientistas dos EUA, de Israel, da Itália, Grã-Bretanha e África do Sul, colheu amostras do DNA de 1.300 homens das duas etnias em 30 países.
Estudando o cromossomo Y –aquela herança genética que é passada apenas de pai para filho sem nenhuma modificação –, obteve-se a confirmação científica de que todas as comunidades judaicas espalhadas hoje pelo mundo têm forte parentesco não apenas entre si, mas também com palestinos, sírios e libaneses.
A pesquisa revela que todos esses povos possuem um ancestral comum: uma população que teria habitado o Oriente Médio há quatro mil anos.
O estudo também mostra que todas essas comunidades judaicas conseguiram manter praticamente intacta sua identidade biológica, mesmo tendo migrado para regiões tão distintas do planeta.
Segundo o chefe do Departamento de Estudos Judaicos da Universidade de Nova York, essa pesquisa corrobora os relatos bíblicos, segundo os quais uma variedade de famílias do Oriente Médio se originou de um mesmo patriarca.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Como ler uma mao feminina com tecnicas complementares parte 3

Como ler uma mão feminina com técnicas complementares, parte 3.

Purple 01 A

Dando continuidade à interpretação da mão da jovem Purple Mushroom, estamos agora correlacionando técnicas complementares à leitura de mão feita no artigo anterior, do qual destacamos alguns trechos relevantes para a nossa análise.

a-a Linha da Vida

bb- Linha da Cabeça

cc- Linha do Coração

dd- Linha do Pulso.

A Linha da Vida ou Venusiana, nasce entre o Polegar e o Index e se prolonga até o meio da articulação que separa a mão do braço, ao redor do Monte de Vênus.

A Linha da Cabeça ou de Marte, começa entre o Polegar e o Index e prolonga-se transversalmente na palma da mão.

A Linha do Coração ou  de Júpiter, parte de debaixo do Index e se dirige para debaixo do dedo Mínimo.

A Linha do Pulso ou Bracelete, é a linha que separa a mão do braço e que pode ser simples, dupla ou tripla. É de opinião geral que cada uma das linhas do bracelete indica 30 anos de existência.

No caso, Purple Mushroom apresenta apenas uma linha do pulso ou bracelente, indicando idade de até 30 anos, no momento.

Lembramos que as linhas das mãos mudam de lugar, aumentam e diminuem de intensidade com o passar do tempo e que em alguns anos podem se formar novas linhas.

Podemos então observar nesta mão, a principal influência de Marte.

Ora, Purple Mushroom nasceu com o Sol em Escorpião, com ascendente em Aries (signo Lunar) e Marte, neste caso, está sendo regido por Escorpião.

Ou seja, a mentalidade e a atividade do pensamenbo é fortemente influenciada por Marte.

“Meu numero favorito é o 8, gosto também do 13, 21, 16. Estou ansiosa pelos resultados.”

“...sou uma pessoa bastante extrovertida, com um grande sentido de ajudar os outros. Adoro animais, crianças e toda a minha família. Aliás, sou formada em Educação Pré-Escolar, pelo que me dedico a trabalhos manuais com alguma regularidade.

Outra das coisas que me fascina é o místico, o oculto e aquilo que este envolve. Cada coisa que acontece na minha vida, para mim, traz sempre uma mensagem, algo a que irei dar valor um dia mais tarde e depois pensar "ah....agora percebo porque aquilo se passou."

Longitude   
Em que signo?

  Sol
19 ESC 25
Escorpião

  Lua
29 ARI 17
Aries

  Mercurio
20 ESC 03
Escorpião

  Venus
06 CAP 26
Capricórnio

  Marte
05 ESC 07
Escorpião

  Jupiter
10 CAN 32
Cancer

  Saturno
10 CAP 14
Capricórnio

  Urano
02 CAP 58
Capricórnio

  Netuno
10 CAP 21
Capricórnio

  Plutao
15 ESC 17
Escorpião

  Quiron
17 CAN 26
Cancer

Nodo Lunar
21 AQU 27
Aquario

Ascendente
22 ARI 10
Aries

Meio Ceu
21 CAP 54
Capricórnio

Vertex
02 AQU 42
Aquario

Purple Mushroom,

Veja seu Mapa Astral Interpretado

DESCRIÇÃO GERAL

Você é valente, decidida, apaixonada e autêntica. Sua grande forca de vontade, forte desejo de conquista e persistência fazem com que, geralmente, consiga realizar os seus propósitos. Também sabe guardar segredo e descobrir o que está encoberto.

TEMPERAMENTO E EMOTIVIDADE

Seu temperamento é volátil e explosivo, mas você não costuma guardar rancor. Seu senso de independência não admite a influencia de terceiros e freqüentemente leva-a a agir impulsiva e irrefletidamente. Possui muita iniciativa mas pouca persistência.

MENTE E COMUNICAÇÃO

Sua mente é altamente perspicaz, pesquisadora e perceptiva do que se passa com os outros. Porem é brutalmente franca, critica e muitas vezes desconfiada. Prefere executar seus planos e atividades sigilosamente. Aprende mais na prática do que nos livros.

Os pontos mais relevantes de seu Mapa Astral

- Você é inteligente e criativa e tem a necessária forca de vontade para transformar suas idéias em realidade.

Costuma comunicar-se com facilidade mas é altamente subjetiva e incapaz de ver-se totalmemente como realmente é ou age.

- Você é original, espontânea, independente e ama sua liberdade acima de tudo. Porem, sua impaciência e atitudes excêntricas, impensadas e indisciplinadas, podem por muitas vezes a perder o que construiu ao longo do tempo.

Vamos agora correlacionar as Casas Astrológicas com os numeros preferidos por nossa jovem Purple Mushroom.

Acompanhe neste artigo, estimado leitor.

Casa  8 Ingratidao

Casa 8 – Ingratidão (neste caso ênfase em humor e estado de espírito).

Casa 13 - Alegria Balões de Gás Coloridos

Casa 13 – Alegria (Neste caso, ênfase em saúde e sucesso).

Casa 21 Rival Ciumes

Casa 21 – Rival e ciúmes (Neste caso, seriedade e viagens)

Casa 16 Casamento Par de Aliancas

Casa 16 – Casamento (neste caso felicidade no casamento).

Casas Papus

Correlacionado as Casas com a Carta Astrológica Temos:

Casas – Regente – Signo

8- Ingratidão – Urano – Capricórnio

13- Alegria – Sol – Escorpião

21- Rival – Netuno – Capricornio

16- Casamento – Vênus – Capricórnio

Agora vamos analisar cada uma das casas.

Para saber mais, clique em Mais informações abaixo.

 

 

Signos Horóscopo Cabalístico

Fonte: A Sorte Revelada pelo Horóscopo Astrocabalístico – Francisco Valdomiro Lorenz – Editora Pensamento.

Prognósticos dados pela posição dos Planetas nas diferentes casas:

Urano na oitava casa

Purple Mushroom por ser muito impulsiva pode ser vitima de ingraditão. Precisa controlar melhor suas variações de humor e de estado de espírito.

Sol na primera casa

o Sol na primeira casa indica saúde, vitalidade, ambição, coragem, amor do mando e govêrno, honra, altivez, força de vontade, sucesso em geral.

Netuno na casa nove

Indica mente séria. É preciso tomar cuidado durante as viagens.

Vênus na casa quatro

A Felicidade Doméstica. Você será feliz no casamento se souber controlar o seu estado de humor. O prognóstico é bom.

 

Um abraço, estimado leitor.

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