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quinta-feira, 18 de julho de 2013

12 motivos para aprender Inglês

12 Motivos para Aprender Inglês












Copyright das imagens
www.editoraviena.com.br
reproduzido mediante prévia
permissão por escrito
Livro New Fast English 
ISBN 978-85-371-0148-3
Vedada a reprodução.

12 Motivos para aprender Inglês

1- Fazer compras melhor e mais barato.
2- Turismo
3- Internet
4- Receber visitantes
5- Uso profissional
6- Para o doutorado
7- Leitura
8- Cinema
9- Vida social
10- Musica
11- Relacionamento
12- Reputação e credibilidade

Analise Mao

Análise Mão









































O que estas mãos podem revelar?

1- O tamanho da mão
Esta é uma mão grande.
Ela indica força, materialidade, saúde, espírito de análise e de minúcia, delicadeza e espiritualidade.
A mão tem palma larga, o que indica franqueza.
Como se apresenta macia, indica sensualidade, fantasia e intuição.
Por se apresentar corada, revela vitalidade.
A mão cavada na palma revela amor ao dinheiro.

2- O tipo de mão
A mão filosófica tem a palma grande, elástica e macia.
Os seus dedos, mais ou menos nodosos, tem as falanges meio-redondas e meio-ponteagudas, de maneira que formam uma espátula ovoide.
É a mão dos que amam sobretudo a verdade, a liberdade, a razão e a justiça, vivendo, ao mesmo tempo, no mundo da realidade e no mundo da imaginação.
Se devem escolher entre o verdadeiro e o belo, preferem o primeiro.
Dão mais valor à substância do que à forma.
Não se contentam com a vista de um acontecimento, mas querem saber a sua causa.
A nodosidade das falanges inferiores dá-lhes a capacidade de refletir e comparar.
A redondez das falanges superiores dá-lhes a capacidade da intuição e o talento poético.
Os possuidores de uma mão filosófica não são nem céticos nem crédulos. 
Procuram descobrir a verdade e quando as suas pesquisas os convencem, são crentes sinceros e não crentes beatos nem supersticiosos.
Gostam de recolhimento. As vezes parecem ser frios de temperamento e sabem dominar as paixões.
A mão filosófica encontra-se em todas as épocas e nações.
Quando existe em grande número, é sinal de progresso. Onde é escassa, sinal de decadência.

3- A linha do coração












As linhas do coração de ambas as mãos apresentam marcas próximas ao dedo médio, indicando um trauma afetivo forte na infância.
Ambas as linhas do coração são bastante longas indicando fortes afeições.
A linha do coração, cordial ou Jupiteriana, é a linha das afeições, do amor, da generosidade.
Com em ambas as mãos a linha do coração é bastante longa temos indicação de afeições exageradas e ciúme.
Sendo a linha do coração muito vermelha na parte superior, denota inveja e malícia. Muito vermelha na extremidade: ambição e turbulência.

4- A linha mental ou linha da cabeça
A linha da cabeça, também denominada mental, cerebral, marcial ou linha do espírito, refere-se, sobretudo, à mentalidade e ação.
A linha sendo curta indica timidez, teimosia, avareza e impulsividade.

5- Linha da vida
A linha da vida na cor vermelha indica violência e brutalidade. Cheia de marcas, indica dificuldades e sofrimentos.
Como a linha da vida se alarga contra o pulso há indícios de processos e inimizades.
Haverá mudança na existência na maturidade, podendo haver mudança de endereço ou viagem distante.
Riscos transversais indicam propensões a sofrer acidentes.
Muitas decisões importantes serão tomadas ao longo da vida.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Waltzing Matilda significado e traducao









Walzing Matilda, significado e tradução.


Waltzing Matilda
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Waltzing_Matilda

Waltzing Matilda é a canção folclórica mais popular da Austrália

Muitos australianos consideram-na mesmo como um segundo hino nacional, ou uma alternativa ao oficial Advance Australia Fair

Sua letra foi escrita em 1895 pelo poeta Banjo Paterson.

Segue sua letra, em inglês:


Once a jolly swagman camped by a billabong,
Under the shade of a coolibah tree,
And he sang as he watched and waited 'til his billy boiled
"Who'll come a-Waltzing Matilda, with me?"
Waltzing Matilda, Waltzing Matilda
Who'll come a-Waltzing Matilda, with me
And he sang as he watched and waited 'til his billy boiled,
"Who'll come a-Waltzing Matilda, with me?"
Along came a jumbuck to drink at the billabong,
Up jumped the swagman and grabbed him with glee,
And he sang as he stowed that jumbuck in his tucker bag,
"You'll come a-Waltzing Matilda, with me".
Waltzing Matilda, Waltzing Matilda
Who'll come a-Waltzing Matilda, with me
And he sang as he stowed that jumbuck in his tucker bag,
"You'll come a-Waltzing Matilda, with me?".
Up rode the squatter, mounted on his thoroughbred,
Down came the troopers, one, two, three,
"Whose is that jumbuck you've got in your tucker bag?"
"You'll come a-Waltzing Matilda, with me".
Waltzing Matilda, Waltzing Matilda
Who'll come a-Waltzing Matilda, with me
"Whose is that jumbuck you've got in your tucker bag?",
"You'll come a-Waltzing Matilda, with me?".
Up jumped the swagman, leapt into the billabong,
"You'll never catch me alive," said he,
And his ghost may be heard as you pass by the billabong,
"Who'll come a-Waltzing Matilda, with me".
Waltzing Matilda, Waltzing Matilda
Who'll come a-Waltzing Matilda, with me
And his ghost may be heard as you pass by the billabong,
"Who'll come a-Waltzing Matilda, with me?"

Glossário
swagman 

personagens históricos australianos que viajavam pelo país a procura de trabalho, vestindo um chapéu, geralmente com rolhas penduradas à sua aba, para espantar as moscas nas regiões mais remotas. 

Sua swag era algo como uma trouxa contendo os seus pertences.

waltzing derivada da expressão alemã auf der Walz, que define o antigo costume de artesãos de viajar por 3 anos e 1 dia, aprendendo com outros mestres novas técnicas, um costume ainda hoje praticado por carpinteiros.

Matilda um termo mais "carinhoso" para a "trouxa" carregada pelo swagman. 
Supõe-se que à trouxa foi dado um nome de mulher por esta ser a única "companheira" do swagman durante suas longas jornadas.

Waltzing Matilda como deduz-se dos termos já mencionados acima, significa viajar pelo país à maneira de um swagman, com os pertences embrulhados por um pano, carregado nas costas.

billabong um lago com águas estagnadas derivadas de um rio. 

É algo como um braço de rio que não desagua em lugar algum.

coolibah tree uma espécie de árvore (eucalipto) que cresce nas proximidades de um billabong, nativa da Austrália.

jumbuck nome dado pelos aborígenes australianos ao carneiro.

billy uma lata onde se ferve água, com volume de cerca de 1,5 litros.

tucker bag um saco para carregar alimentos.

troopers policiais.

squatter pioneiros colonos australianos que começaram a criar gado em terras que não lhes pertenciam, mas das quais acabaram conseguindo, em muitos casos, posse legal, e enriqueceram graças às suas extensas terras.


Ligações externas
Website sobre música australiana

Youtube: 
https://www.youtube.com/watch?v=VEVKUE_ma00
Fonte: 
http://letras.mus.br/lazy-harry/699329/traducao.html


Waltzing Matilda
Once a jolly swagman camped by a billabong
Under the shade of a coolibah tree
He said as he watched and waited 'till his billy boiled
Who'll come a Waltzing Matilda with me?

Waltzing Matilda, Waltzing Matilda
You'll come a Waltzing Matila with me
He sang as he watched and waited 'till his billy boiled
You'll come a Waltzing Matilda with me

Down came a jumbuck to drink at that billabong
Up jumped the swagman and grabbed him with glee
He laughed as he shoved that jumbuck in this tuckerbag
You'll come a Waltzing Matilda with me

Down came the squatter mounted on this throughbred
Up jumped the troopers, one, two, three
Where's that jolly jumbuck you've got in your tuckerbag?
You'll come a Waltzing Matilda with me

The swagman he got up and jumped into that billabong
You'll never catch me alive said he
His ghost may be heard as you pass by that billabong
You'll come a Waltzing Matilda wih me


Manta de Viagem Enrolada
Uma vez que um alegre trabalhador viajante acampa ao lado de um lago
Sob a sombra de uma árvore de eucalipto
Ele disse que viu e esperou até que a água estivesse fervida
Quem verá uma manta de viagem enrolada comigo?

manta de viagem enrolada, manta de viagem enrolada
Você verá manta de viagem enrolada comigo
Cantou enquanto esperava a água ferver
Você verá uma manta de viagem enrolada comigo

Uma ovelha desceu para beber água no lago
O trabalhador viajante saltou e agarrou-a com alegria
Ele riu quando empurrou a ovelha nesse saco de comida
Você verá uma manta de viagem enrolada comigo

Veio para baixo o agricultor montado em um cavalo caro
Saltaram, uns, dois, três policiais
De onde é a ovelha alegre que você tem em seu saco de comida?
Você verá uma manta de viagem enrolada comigo

O trabalhador viajante se levantou e saltou no lago
Você nunca vai me pegar vivo disse ele
Seu fantasma pode ser ouvido como você passar por aquele lago
Você verá uma manta de viagem enrolada comigo

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O que e mentira

O que é mentira?

Mentira
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mentira

Mentira é o nome dado as afirmações ou negações falsas ditas por alguém que sabe (ou suspeita) de tal falsidade, e na maioria das vezes espera que seus ouvintes acreditem nos dizeres. 

Dizeres falsos quando não se sabe de tal falsidade e/ou se acredita que sejam verdade, não são considerados mentira, mas sim erros. 

O ato de contar uma mentira é "mentir", e quem mente é considerado um "mentiroso".


Índice
1 Moralidade da mentira
1.1 Etiqueta da mentira
2 Psicologia da mentira
2.1 Sociologia e linguística da mentira
2.2 Mentiras e confiança
2.3 Mentiras durante a infância
3 Detecção de mentiras
4 Referências
5 Ver também
6 Ligações externas

Moralidade da mentira

Mentir é contra os padrões morais de muitas pessoas e é tido como um "pecado" em muitas religiões

As tradições éticas e filósofos estão divididos quanto a se uma mentira é alguma situação permissível – Platão disse sim, enquanto Aristóteles, Santo AgostinhoKant disseram não.

Mentir de uma maneira que piore um conflito em vez de diminuí-lo, ou que se vise tirar proveito deste conflito, é normalmente considerado como algo antiético.

Existem pessoas que afirmam que é com frequência mais fácil fazer as pessoas acreditarem numa Grande Mentira dita muitas vezes, do que numa pequena verdade dita apenas uma vez. Esta frase foi proferida pelo Ministro da Propaganda Alemã Joseph Goebbels no Terceiro Reich.

A mentira torna-se uma sátira com propósitos humorísticos quando deixa explícita pelos excessos na fala e o tom jocoso que de fato é uma mentira. 

Nestes casos é com frequência tratada como não sendo imoral e é bastante praticada por humoristas, comediantes, escritores e poetas.

Etiqueta da mentira


A etiqueta é bastante preocupada com as questões da mentira, atribuição da culpa e hipocrisia – coisas que com frequência são menosprezadas na ética mas de grande utilidade na sociedade:

As razões morais para se tolerar mentiras têm a ver em sua maior parte em evitar conflitos. 

Um código ético irá com frequência especificar quando a verdade é necessária e quando não é. 

Em tribunais, por exemplo, o processo antagônico e padrão de evidência que é aplicado restringe as perguntas de maneira que a necessidade da testemunha mentir é reduzida – de maneira que a verdade quanto a questão em julgamento supostamente será revelada com mais facilidade.

A necessidade de mentir é reconhecida pelo termo "mentira social" onde a mentira é inofensiva, e há circunstâncias onde existe uma expectativa de se ser menos do que totalmente honesto devido a necessidade ou pragmatismo. 

As mentiras podem ser divididas em classes – ofensivas ou mal intencionadas, inofensivas e jocosas, do qual apenas a primeira classe é séria 

(O catolicismo classifica a primeira como pecado mortal mas também condena as outras como veniais).

Há alguns tipos de mentiras que são consideradas aceitáveis, desejáveis, ou mesmo obrigatórias, devido a convenção social.

 Tipos de mentiras convencionais incluem:

uso de eufemismos para evitar a menção explícita de algo desagradável;

perguntas insinceras sobre a saúde de uma pessoa pouco conhecida;

afirmação de boa saúde em resposta a uma pergunta insincera (os inquiridores com frequência ficam bastante desconcertados por qualquer outra coisa que não a resposta positiva mais breve possível);

desculpas para evitar ou encerrar um encontro social indesejado;

garantia de que um encontro social é desejado ou foi agradável;

dizer a uma pessoa moribunda o que quer que ela queira ouvir;

supressão de uma quebra de
tabu.

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Escolastica

Escolástica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Escol%C3%A1stica


Filosofia


Áreas

Metafísica
Epistemologia
Lógica
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Escolástica ou Escolasticismo (do latim scholasticus, e este por sua vez do gregoσχολαστικός [que pertence à escola, instruído]) foi o método de pensamento crítico dominante no ensino nas universidades medievais europeias de cerca de 1100 a 1500. 

Não tanto uma filosofia ou uma teologia, como um método de aprendizagem, a escolástica nasceu nas escolas monásticas cristãs1 , de modo a conciliar a cristã com um sistema de pensamento racional, especialmente o da filosofia grega2

Colocava uma forte ênfase na dialética para ampliar o conhecimento por inferência e resolver contradições. 

A obra-prima de Tomás de Aquino, Summa Theologica, é frequentemente vista como exemplo maior da escolástica.


Índice
1 O pensamento escolástico
2 Principais representantes do pensamento escolástico
3 Neoescolástica
3.1 Corrente tradicional
3.2 Corrente progressista
3.3 Escolas
3.3.1 Histórica
3.3.2 Progressista
3.3.3 Crítica
3.4 Elementos tradicionais
3.5 Visões externas
4 Ver também
5 Referências
6 Ligações externas

O pensamento escolástico

De acentos notadamente cristãos, a escolástica surgiu da necessidade de responder às exigências da , ensinada pela Igreja, considerada então como a guardiã dos valores espirituais e morais de toda a Cristandade. Por assim dizer, responsável pela unidade de toda a Europa, que comungava da mesma fé. Essa linha vai do começo do século IX até ao fim do século XVI, ou seja, até ao fim da Idade Média. Esse pensamento cristão deve o seu nome às artes ensinadas na altura pelos acadêmicos (escolásticos) nas escolas medievais. Essas artes podiam ser divididas em Trivium (gramática, retórica e dialéctica) e Quadrivium (aritmética, geometria, astronomia e música). A escolástica resulta essencialmente do aprofundar da filosofia.3

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.



A filosofia, que até então possuía traços marcadamente clássicos e helenísticos, sofreu influências da cultura judaica e da cristã a partir do século V, quando pensadores cristãos perceberam a necessidade de aprofundar uma fé que estava amadurecendo, em uma tentativa de harmonizá-la com as exigências do pensamento filosófico. 

Alguns temas que antes não faziam parte do universo do pensamento grego, tais como Providência e Revelação Divina e Criação a partir do nada, passaram a fazer parte de temáticas filosóficas. A escolástica possui uma constante de natureza neoplatônica, que conciliava elementos da filosofia de Platão com valores de ordem espiritual, reinterpretadas pelo Ocidente cristão. E mesmo quando Tomás de Aquino introduz elementos da filosofia de Aristóteles no pensamento escolástico, essa constante neoplatônica ainda é presente.4

Basicamente, a questão-chave que vai atravessar todo o pensamento escolástico é a harmonização de duas esferas: a fé e a razão. O pensamento de Agostinho, mais conservador, defende uma subordinação maior da razão em relação à fé, por crer que esta venha restaurar a condição decaída da razão humana. Enquanto que a linha de Tomás de Aquino defende uma certa autonomia da razão na obtenção de respostas, por força da inovação do aristotelismo, apesar de em nenhum momento negar tal subordinação da razão à fé.5

Para a escolástica, algumas fontes eram fundamentais no aprofundamento de sua reflexão, por exemplo os filósofos antigos, a Bíblia e os Padres da Igreja, autores dos primeiros séculos cristãos que tinham sobre si a autoridade de fé e de santidade.

Principais representantes do pensamento escolástico

Os maiores representantes do pensamento escolástico são os dois pensadores citados acima, que estão separados pelo tempo e pelo espaço: Agostinho de Hipona, nascido no norte da África no fim do século IV, e Tomás de Aquino, nascido na Itália do século XIII. Embora seja arriscado dizer que sejam as únicas referências relevantes do período medieval, ambos conseguiram sintetizar questões discutidas através de todo o período: Agostinho enquanto mestre de opinião relevante e autoridade moral, defendia a busca de explicações racionais que justificassem a fé, e Tomás de Aquino pelo uso de caminhos mais eficazes na obtenção de respostas até então em aberto.

Outros nomes da escolástica são: Anselmo de Cantuária, Alberto Magno, Robert Grosseteste, Roger Bacon, Boaventura de Bagnoreggio, Pedro Abelardo, Bernardo de Claraval, João Escoto Erígena, John Duns Scot, Jean Buridan, Nicole Oresme.

Neoescolástica
A neoescolástica é a revitalização e o desenvolvimento da filosofia escolástica da Idade Média que ocorreram a partir da segunda metade do século XIX. Não é só a ressurreição de uma filosofia há muito tempo extinta, mas sim uma regeneração da philosophia perennis ou metafísica, que surgiu na Grécia Antiga e que nunca deixou de existir. Às vezes, tem sido chamada de "o tomismo neoescolástico", em parte porque foi Tomás de Aquino que deu forma final à escolástica no século XIII, em parte por causa da ideia de que só o tomismo poderia infundir vitalidade na escolástica do século XX. Na primeira metade do século XX, importantes escolas neotomistas foram criadas, entre as quais estão as de Leuven (Bélgica), Laval (Canadá) e de Washington (EUA).

Também é comum usar o termo "neoescolástica" para qualificar a escola do século XVI, em Salamanca (Francisco de Vitória,Domingo de Soto, Luis de Molina, ´Francisco Suárez etc.), uma corrente de pensamento de grande influência na história da teologia, filosofia, direito e economia e crucial para a compreensão da cultura espanhola posterior.

É necessário distinguir dois sentidos do termo "neoescolasticismo": a tentativa de reviver a tradição da escolástica medieval e seus conceitos fundamentais e, por outro lado, uma escola de pensamento ligada à Igreja Católica que se propunha a realização de uma nova síntese de fé cristã e de racionalidade moderna. A esse respeito, o Papa Leão XIII, em sua encíclica Aeterni Patris (1879), afirmou que a doutrina tomista, desenvolvida por Tomás de Aquino, deve ser a base de toda a filosofia que é considerada cristã.

Com ela, o Papa deu o apoio incondicional da Igreja Católica para o tomismo, promovendo o aparecimento de neoescolástica. Essa encíclica foi parte do movimento realizado pelo Vaticano que abordou os problemas de seu tempo em muitas áreas. Foi colocada, então, a necessidade de construir uma nova filosofia cristã, pretendendo-se retornar à velha filosofia escolástica. Assim, a neoescolástica tentou resgatar o valor da objetividade contra o relativismo, destacando o valor do realismo contra o idealismo e promover o valor do personalismo.

Corrente tradicional
Os representantes desse movimento não pretenderam enriquecer a doutrina tomista, mas mostrar aquilo que é eternamente durável em metafísica. Assim, adotaram uma atitude defensiva e desafiante contra os "erros" da modernidade, contra a qual o tomismo ergueu um infalível bastião. A maioria das obras desse fluxo são escritas em latim, como é o caso de:

1- Tommaso Maria Zigliara (1833-1893), autor italiano de Summa philosophica, em 3 volumes. O Papa Leão XIII nomeou-o cardeal e presidente da Academy of St. Thomas;

2- Albert Farges, autor de Estudos filosóficos, em 9 volumes e um curso de filosofia, adotado como livro-texto para muitos seminários;

3- Reginald Garrigou-Lagrange (1877-1964), autor de Uma síntese tomista e Deus;

4- O cardeal Louis Billot, cujo retorno ao St. Thomas manifestou a sua independência em face de Francisco Suárez (que tem grande influência sobre a neoescolástica alemã).

Corrente progressista
Essa corrente não se contenta em restaurar as antigas doutrinas tomistas, mas tenta incorporar todo o lado bom do pensamento moderno. Visa a enriquecer o tomismo, mostrando-se severa contra os "erros" do pensamento moderno. A figura central dessa corrente é o cardeal Désiré Félicien-François-Joseph Mercier. Muitas escolas afirmam pertencer a essa tendência progressiva.

Escolas
Histórica

A escola histórica do tomismo foi aplicada ao estudo da filosofia medieval e contribuiu para redescobri-la usando os métodos de crítica moderna:

1- Na Bélgica: Maurice De Wulf;

2- Na Alemanha: Martin Grabmann;

3- Na França: Pierre Mandonnet, fundador da Bibliothèque thomiste, Étienne Gilson e Marie-Dominique Chenu;

4- Em Espanha: Miguel Asin Palacios, autor de Estudos comparativos de espiritualidades cristãs e muçulmanas.

Progressista

A escola tem como objetivo enriquecer e renovar o tomismo progressiva. O pensamento escolástico se expandiu em todas as áreas, da política à metafísica, da epistemologia à moral. O principal representante francês dessa tendência, assim como Antonin Sertillanges, é Jacques Maritain. Ele também destaca o cardeal Joseph Désiré-Félicien-François Mercier, fundador do Instituto Superior de Filosofia da Universidade Católica de Leuven, onde ensinou Joseph Maréchal.

Finalmente, a neoescolástica italiana da Escola de Milão, fundada por Agostino Gemelli, fundador da Revue de filosofia escolástica. Enfrentaram o positivismo científico e o idealismo hegeliano de Benedetto Croce e Giovanni Gentile. Atualmente, o trabalho dessa escola é centrado em torno das ligações entre tomismo e as tendências atuais, como a fenomenologia, particularmente a obra de Emmanuel Falque.

Crítica

A escola crítica tende a enfatizar os pontos fracos do tomismo e considera algumas das 24 teses como meramente prováveis. Por exemplo, Peter Descoqs criticou o hilemorfismo e discutiu a distinção entre essência e existência.

Elementos tradicionais

A neoescolástica procura restaurar as doutrinas orgânicas fundamentais consagradas na escolástica do século XIII. Ela argumenta que a filosofia não varia de acordo com cada fase da história e que, se os grandes pensadores medievais (Tomás de Aquino, Boaventura e John Duns Scotus Fidanza) conseguiram construir um sistema filosófico sólido sobre as informações fornecidas pelos gregos, especialmente Aristóteles, deve ser possível elevar o espírito da verdade que contém a especulação da Idade Média.

Visões externas

Émile Boutroux pensou que o sistema aristotélico poderia servir como uma compensação ao kantismo. Paulsen e Rudolf Christoph Friedrich declararam a neoescolástica como o rival do kantismo e afirmaram o conflito entre eles como o "choque de dois mundos". Adolf von Harnack, Seeberg e outros argumentaram contra subestimar o valor da doutrina escolástica. No final do século XIX, a neoescolástica ganhou terreno entre os católicos contra outros pontos de vista, como o tradicionalismo, o ontologismo, o dualismo deAnton Günther e o pensamento cartesiano. Foi aprovada em quatro congressos católicos: Paris (1891), Bruxelas (1895), Freiburg (1897) e Munique (1900).

Referências

Steven P. Marone, "Medieval philosophy in context" in A. S. McGrade, ed., The Cambridge Companion to Medieval Philosophy(Cambridge: Cambridge University Press, 2003); Jean Leclerq, The Love of Learning and the Desire for God (New York: Fordham University Press, 1970) esp. 89; 238ff.
SPINELLI, Miguel. Herança Grega dos Filósofos Medievais São Paulo: Hucitec, 2013.
Escolástica e Idade Média. UOL, página acessada em 30 de abril de 2013.
Síntese da escolástica. Consciência.org, página acessada em 30 de abril de 2013.
Filosofia medieval. Sua Pesquisa, página acessada em 30 de abril de 2013.
Este artigo foi elaborado a partir tradução do artigo Neoscolástica, da Wikipédia em espanhol, que se encontrava nesta versão.
Escolástica

terça-feira, 9 de julho de 2013

Vagas para senhoras com mais de 40 anos

Vagas para senhoras com mais de 40 anos.

São 200 vagas nas lojas da First Class nos Shoppings para vendedoras.




Segue sugestão de pauta sobre as oportunidades de emprego que a First Class está abrindo, em junho de 2013.

São mais de 200 vagas para vendedores para todas as lojas da rede.
O diferencial nessa contratação é que a empresa dará preferência para candidatos acima de 40 anos.
É que uma pesquisa realizada pelo RH entre os franqueados indicou que os funcionários nessa faixa etária são mais eficientes nesse setor.
Mas vale ressaltar que as oportunidades são para todas idades.

First Class abre vagas para vendedoras acima dos 40 anos
Quem pensa que a idade é um empecilho para ingressar ou retornar ao mercado de trabalho está enganado. 

A First Class, uma das maiores redes de franquia de venda de artigos de cama, mesa e banho do Brasil, acaba de iniciar um processo seletivo para vendedores e dará preferência para candidatos acima dos 40 anos, de ambos os sexos. 

A empresa contrata pessoas de todas as idades. 

Mas, pesquisas realizadas pelo RH entre os franqueados indicam que os funcionários nessa faixa etária são mais eficientes nesse setor.

“Se o candidato tiver experiência em vendas é melhor, mas se não tiver, vamos analisar as funções anteriores e o dinamismo, desenvoltura, garra e os sonhos futuros. 

Em alguns casos, contratamos pessoas que nunca trabalharam, mas cuidaram da casa por uma vida inteira e agora decidem entrar no mercado de trabalho, e por isso se saem muito bem”, explica Christine Ferreira, responsável pelo treinamento de equipes.

Até o final do ano, serão geradas mais de 200 oportunidades distribuídas pelas 120 lojas da First Class já existentes no país, e em novas unidades a serem inauguradas. 

Para concorrer às vagas, os candidatos devem ter responsabilidade, muita garra, determinação, vontade de aprender e de vencer. 

A escolaridade mínima é do ensino médio completo.

 “Aqui não será apenas um local para socialização e para fazer novas amizades, estamos abrindo vagas para quem quer efetivamente um trabalho e a alegria das conquistas que serão alcançadas”, completa André Pivetti, sócio fundador da empresa.
O processo seletivo terá etapas de avaliação de currículo e entrevistas. 
Todos os selecionados passarão por um treinamento teórico e prático. 
A First Class oferece salário compatível com a função, vale-transporte e treinamento, além de um excelente ambiente de trabalho. 
Quem se destaca, tem chances de crescimento na empresa.
Os interessados devem enviar o currículo para o Departamento de RH no endereço: Av. das Américas, número 500 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ - CEP:22640100, informando o cargo (Vendedor) em destaque no envelope. 

Quem quiser, pode enviar currículo pelo e-mail – curriculo@firstclass.com.br , mencionando o cargo no campo “assunto”.

Fonte: www.dablio3.com
W3 . FAZENDO COMUNICAÇÃO DE QUALIDADE

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Os 6 pilares da Empregabilidade segundo Minarelli

Os 6 Pilares da Empregabilidade Segundo Minarelli


Empregabilidade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Empregabilidade

Foto do Autor: José Augusto Minarelli, 2010



A empregabilidade baseia-se numa nomenclatura dada à capacidade de adequação do profissional às novas necessidades e dinâmica dos novos mercados de trabalho. 

Com o advento das novas tecnologias, globalização da produção, abertura das economias, internacionalização do capital e as constantes mudanças que vêm afetando o ambiente das organizações, surge a necessidade de adaptação a tais fatores por parte dos empresários e profissionais.

O termo empregabilidade foi criado por José Augusto Minarelli, no fim dos anos 90. 

Remete à capacidade de um profissional estar empregado, mas muito mais do que isso, à capacidade do profissional de ter a sua carreira protegida dos riscos inerentes ao Mercado de Trabalho.

José Augusto Minarelli estabelece (1995) , o que ele chama de seis pilares da empregabilidade, que garantem a segurança profissional do indivíduo.

1- Adequação da profissão à vocação

Uma vez que para tornar-se um bom profissional e um ser humano realizado, o indivíduo deve conciliar a sua função com a capacidade e paixão pelo que faz.
2- Competências

Preparo técnico;
capacidade de liderar pessoas;
habilidade política;
habilidade de comunicação oral e escrita em pelo menos dois idiomas;
habilidade em marketing;
habilidade de vendas;
capacidade de utilização dos recursos tecnológicos

3- Idoneidade

A idoneidade implica confiança de parte a parte e entre outros fatores, podem-se considerar:
ética;
conduta;
correção;
respeito.
responsabilidade

4- Saúde física e mental

Cuidar do equilíbrio, do desgaste exagerado, cuidar do corpo, pessoas saudáveis tem bons relacionamentos e interage de maneira favorável, evitar vícios como fumo, álcool e drogas. Manter sua auto-estima e sua capacidade de realizar projetos.

5- Reserva financeira e fontes alternativas de aquisição de renda

A perda do emprego significa a perda da entrada de receita. 
Você deve fazer uma reserva mês a mês; a reserva é uma defesa, uma garantia que o sustenta. 
O projeto profissional deve ocorrer paralelamente. 
Seu negócio próprio de qualquer dimensão, também pode ser uma fonte alternativa de renda.

6- Relacionamentos

Quem conhece pessoas, adquire informações importantes e relevantes, uma pessoa cuidadosa registra seus relacionamentos.

 Guarda e cuida deles, retorna as ligações, que podem ser oportunidades de trabalho.
 Em termos profissionais é muito importante ter um networking, uma forma de se manter conectado a sua rede de relacionamentos. Mantenha contato com essas pessoas.

Sobre o autor:
José Augusto Minarelli
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Augusto_Minarelli


José Augusto Minarelli (Jaú, 21 de setembro de 1944) é um educador escritor e empresário brasileiro, tem obras publicadas pela Editora Gente.


Índice
1 Carreira
2 Obras publicadas
3 Ver também
4 Ligações externas
4.1 Referências ao autor
4.2 Palestras
4.3 Variadas
4.4 Fotos

Carreira

Filho de Mario Minarelli e Rosa Minarelli, fez o curso normal no Instituto de Educação Caetano Lourenço de Camargo, em Jaú.


Começou o trabalho com seleção de pessoas em um banco, ainda como estudante universitário

Fez carreira em recursos humanos, atuando nas áreas de seleção, treinamento, desenvolvimento e educação

Foi professor universitário, e implantou o curso de graduação em treinamento em uma faculdade de São Paulo. 

Trabalhou também com orientação vocacional e profissional a jovens estagiários. 

Em 1979 passou pelo que ele próprio denomina ser a primeira grande experiência da sua vida profissional: ter sido demitido. 

E, na sequência, pelo que considera ser sua segunda grande experiência: ter procurado emprego e não ter encontrado. 

Iniciou então sua carreira como consultor, descobriu que o outplacement era algo novo, que começava a ser desenvolvido nos Estados Unidos e ainda não existia no Brasil

Resolveu então estudar melhor este assunto, que associava sua experiência como Educador à experiência de seleção e treinamento de pessoas. 

Adaptou a solução ao mercado brasileiro, fundando então, juntamente com sua esposa, Glória Ferreira Lens Minarelli, a empresa Lens & Minarelli Associados, em 1982, uma consultoria especializada em recolocação e aconselhamento de carreira

Seu caso de sucesso é considerado um exemplo para os especialistas da área. 

É atualmente diretor-presidente da empresa, conselheiro do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) e autor de diversos livros.

Obras publicadas

Empregabilidade: Como ter trabalho e remuneração sempre. 13ª. Ed. Gente, 1995
Como trabalhar por conta própria: uma opção que pode dar certo. Ed. Gente, 1997
Venda seu Peixe: como vender seus serviços profissionais. Ed. Gente
Networking: como utilizar a rede de relacionamentos na vida e carreira. Ed. Gente
Inteligência Mercadológica. 13ª. Ed. Gente, 2009
Carreira Sustentável: como enfrentar as transições de carreira e ter trabalho e renda dos 18 aos 81 anos. Ed. Gente, 2010
Participação na coletânea de memórias Aprendi com meu pai, idealizada pelo jornalista e editor Luís Colombini.

Ligações externas

Empregos.com.br (transcrição completa de chat com o autor)
Matéria na Revista Vencer
Lens & Minarelli (Empresa do Autor)
Entrevista na Rede Mulher
Do site www.empregos.com.br (em formato JPG)
Canal RH (em formato JPG)

domingo, 7 de julho de 2013

Ler a mao de Barbara em 22 figuras

Ler a mão de Barbara em 22 figuras
"Boa noite!

Estava lendo teu blog e achei muito interessante! Se puderes ler as linhas das minhas mãos, as fotos estão anexas. Autorizo a publicação das fotos."

O que mais chama a atenção em cada figura?



Figura 1
Figura 1 - Mão direita, a mão do planejamento. Pode-se notar a linha da vida bem fraca nesta figura.
Uma linha da vida fraca pode significar saúde frágil, mudanças de planos e uma maior dependência das outras pessoas.
Chama a atenção a linha da prosperidade começando próximo a junção do dedo indicador e do médio e se alongando até o pulso. É uma linha contínua, reta, indicando uma determinação em atingir um objetivo e sucesso em empreendimentos.


Figura 2
Figura 2 - Nesta figura o que chama a atenção é a linha do coração, que cruza a mão um pouco abaixo dos dedos, e também a linha mental um pouco abaixo partindo da direita para a esquerda, da junção do indicador e o polegar e sendo cortada pela linha da fortuna.
A linha do coração, cordial ou Jupiteriana, é a linha das afeições, do amor e da generosidade.
Esta linha revela bom coração, espírito generoso e constância.
A linha mental, da cabeça, cerebral, marcial ou linha do espírito, refere-se sobretudo à mentalidade e à ação. A linha da figura se apresenta direita, comprida, bem distinta e de cor natural, indicando saúde sólida, espirito claro, juízo rigoroso.
Em suma o planejamento de vida dotou Barbara de um coração, juízo e vontade fortes e feliz memória.



Figura 3

Figura 3- Nesta figura o que chama a atenção é a base do dedo polegar, chamado de Monte de Vênus. Este, sendo liso, quase sem linhas, indica castidade, frieza e calma no amor.
Os demais montes também se fazem presentes: O monte de Júpiter na base do indicador indica que Barbara gosta de mandar e aspira a posição.
O monte de Saturno, na base do dedo médio, apresenta dúvidas sobre o pensamento filosófico de Barbara. Se por um lado ela busca mais informações, por outro apresenta uma descrença e quer saber a confirmação e o por que de tudo.
Já o monte de Apolo de Barbara, na base do dedo anular, indica aversão à intuição. Barbara tem pouca afinidade com as artes, com a poesia e com a melodia, se deixando levar mais pelo racionalismo, porem acreditando na fatalidade.
O monte de mercúrio se encontra na base do dedo mínimo e se apresenta bastante desenvolvido, levando a crer que Barbara disputa ombro a ombro o mercado de trabalho com homens, busca a ciência prática do mundo, seja na indústria no comércio ou nos serviços.

Figura 4
Figura 4- Embora desfocada, esta figura mostra do dedo polegar voltado para fora. Isto indica dificuldade em conter o dinheiro e um prazer excessivo em ir às compras.
O polegar se apresenta contudo, indicando que Barbara apresenta um comportamento, temperamental, instintivo, nervoso, irritável e muitas vezes com hesitação. A segunda falange do polegar é muito mais comprida do que a primeira, o que indica a aversão de Barbara por musica clássica ou livros.


Figura 5
Figura 5: É uma boa imagem. Nela, chama a atenção a terceira falange dos dedos.
Indo da esquerda para a direita, temos, sempre falando da terceira falange, dedo minimo - Barbara é capaz de mentir para atingir o que quer. Anular - Barbara tem necessidade de se sentir importante e sente vontade de brilhar. Detesta ficar em segundo plano. Barbara é Aquariana e isto reduz um pouco a evidência direta mas faz com que ela sinta necessidade de ser reconhecida. Médio- Também como uma característica aquariana, Barbara gosta de se isolar as vezes e se incomoda com pessoas "grudentas". Indicador - A terceira falange do dedo indicador revela a sensualidade. Nesta figura esta informação esta cortada na foto.


Figura 6


Figura 6- A figura 6 revela a mão esquerda de Barbara, a mão da execução. Nesta mão Barbara vai escrevendo a sua história de vida que pode ou não se confirmar com a mão do planejamento, ou mão direita.
Quanto mais parecidas forem as mãos direita e esquerda mais a execução se aproxima do planejamento cumprindo o seu programa de vida.



Figura 7










Figura 7 - Nesta figura podemos ver o pulso esquerdo de Barbara. 
A Linha do Pulso ou Bracelete é a linha que separa amão do braço e que pode ser simples, dupla ou tripla.
A opinião geral é que cada uma das linhas do bracelete indica 30 anos de existência.
Se a linha do pulso é nítida e de boa cor, como é o caso, denota feliz constituição, saúde e inteligência.
Barbara luta muito para vencer adversidades, já que a linha é tortuosa e desigual.

Figura 8
Figura 8 - Nervo do pulso. Pela observação nota-se que Barbara é rancorosa, guarda mágoa por bastante tempo e dificuldade para perdoar e esquecer.

Figura 9
Figura 9- Tipo de mão - A imagem mostra uma mão filosófica. A mão filosófica tem a palma grande, elástica, e macia; os seus dedos, mais ou menos nodosos, tem as falanges meio redondas e meio ponteagudas, de maneira que formam uma espátula ovoide.
É a mão dos que amam sobretudo a verdade, a liberdade, a razão e a justiça, vivendo, ao mesmo tempo, no mundo da realidade e no mundo da imaginação.

Figura 10


Figura 10 - Se deve escolher entre o verdadeiro e o belo, Barbara prefere o verdadeiro. 
Barbara dá mais valor à substância do que à forma. Ela não se contenta com a vista de um acontecimento, ela quer saber a causa.


Figura 11 
Figura 11 - O quadrângulo. Com o nome de quadrângulo designa-se, em quiromancia, o espaço da palma incluído entre a linha da cabeça e a linha do coração.
Na figura, a linha do coração, é a primeira que vai da esquerda para a direita. Suas muitas cadeias, indicam muitos amores.  Logo abaixo situa-se a linha do coração.
O quadrângulo se apresenta estreito no meio, se abrindo para a direita. Isto é um indicador de que a vida de Barbara será desenvolvida longe do seu local de nascimento.
Barbara apresenta um triângulo de ponta cabeça dentro do quadrângulo. O que é muito raro. Trata-se de um aviso de que seus sentimentos podem ser abusados. Cuidado com estranhos!  




Figura 12
Figura 12- Esta figura embora um pouco escura e desfocada mostra claramente a linha do coração cortando a palma da mão abaixo dos dedos. Acima da linha do coração e abaixo do dedo mínimo, existe um espaço na palma da mão onde em geral se revela a linha do casamento.
Uma linha ali, significa um casamento. Duas linhas, dois casamentos. Entretanto em muitas mãos, assim como nesta, esta linha falta e pouco se pode dizer sobre isso. 

Figura 13


Figura 13- O Anel de Vênus. Onde começam os montes de Júpiter e de Saturno, isto é, abaixo dos dedos médio e anular, encontram-se as duas extremidades de uma linha semi-circular, chamada de "O Anel de Vênus", que indica paixões fortes e irritações nervosas. Esta linhas se apresentam muito fracas o que indica que estas paixões estão sobre controle.

Figura 14
Figura 14- Pela conformação da mão, nesta figura, o Anel de Vênus indica ternura, amor, bondade e caridade.

Figura 15
Figura 15- O Polegar. O Polegar representa em miniatura, a personalidade inteira. Quando é largo na primeira falange, como é o caso, indica um espírito de oposição e resistência.


Figura 16
Figura 16 - Dedos e a primeira falange.
O Polegar é dominado por Vênus (fora da figura)
O Indicador é dominado por Júpiter.
O Médio é dominado por Saturno
O Anular é dominado por Apolo
O Mínimo é dominado por Mercúrio
A primeira falange do indicador simboliza a religiosidade, o misticismo, a contemplação, o amor a natureza e a diplomacia.
A primeira falange do dedo médio, como Saturno, revela a fatalidade que pesa sobre o indivíduo. Concretiza o critério, exame, reflexão, filosofia, prudência, dúvida e ceticismo.
A primeira falange do dedo médio simboliza o gosto do belo, o idealismo, a arte. 
A primeira falange quando é longa, fortalece estas qualidades. Quando é curta, as diminui.
A primeira falange do dedo mínimo denota o talento, a inspiração, a sugestão, a exterioridade e a eloquencia.



Figura 17
Figura 17 - A Planície de Marte
O meio da palma da mão é chamado de A Planície de Marte.
Em geral, é formada pela reunião da linha da vida, com a linha do cérebro e a linha da intuição. Raramente ela se forma em triangulo, principalmente, porque como neste caso, existe a falta da linha da intuição, que o que é muito comum.



Figura 18
Figura 18 - Indícios da duração da vida.
Os indícios que servem para conhecermos aproximadamente a duração da vida de uma pessoa, pelo método quiromântico, são encontrados:
1- No número das linhas do bracelete, das quais cada uma indica 30 anos de existência.
2- Na medição da linha da vida
3- Na medição da linha do destino
4- Na medição da linha da cabeça
5- Na medição da linha do coração.
Deve-se dividir a linha da vida em 10 partes iguais, que representam cada uma, 10 anos de vida.
Começa-se na parte entre o polegar e o indicador e termina-se no pulso, ainda que a linha não tenha na realidade esta extensão.


Figura 19
Figura 19 - O Polegar não tem uma terceira falange, como os demais dedos, mas em compensação, o mundo material é nele representado pelo Monte de Vênus, isto é a elevação sobre a sua raiz, destacado nesta figura.
Quando o Monte de Vênus é forte, cheio e acentuado, nos dá testemunho da potência de geração e fecundidade.



Figura 20
Figura 20 - Unhas - As unhas curtas e pequenas indicam um temperamento frio.
Nó de Ordem Material - O nó de ordem material que separa a segunda falange da terceira, é muito comum nas mãos de negociantes, comerciantes, especuladores. Indica ordem, economia e o costume de classificar e arranjar tudo.


Figura 21

Figura 21- Os possuidores de uma mão filosófica não são nem céticos e nem crédulos. Procuram descobrir a verdade, e quando as suas pesquisas os convencem, são crentes sinceros e não crentes beatos ou supersticiosos.

Figura 22








Figura 22 - A mão filosófica encontra-se em todas as épocas e nações. Quando existe em grande quantidade é sinal de progresso. Onde é escassa é sinal de decadência.


Para ver o  Mapa Astral de Barbara para comparação, clique em Mais informações, abaixo.


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