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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Globo apoia Family Search em Ponta Grossa PR em 2014

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Ponta Grossa - Feira de História da Família é destaque e conta com Cobertura, Ao Vivo, da TV Globo em 2014


Membros e amigos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, de Ponta Grosa e região, por meio do Programa de História da Família, realizaram a Feira de História da Família – nos moldes Rootstech – aprenda mais sobre


A feira contou com 7 stands com apresentações de todos os programas de genealogia da Igreja de Jesus Cristo e sites parceiros do Family Search, incluindo o Billion graves.

Todos com auxilio de midia, acesso a internet, cadastramento. Além disto foi proporcionado cursos rápidos sobre:

·        Como montar a sua história,

·        Como iniciar sua pesquisa genealogica.

Mais de 70 amigos da Igreja visitaram a feira que contou com a presença e reportagem, ao vivo, da TV Globo.


Ao todo foram mais de 300 pessoas que visitaram os stands.




Fonte – Presidente Samways - Estaca Ponta Grossa


Nei Garcia – Assuntos Públcos Brasil

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Maos que ajudam em Mogi das Cruzes em 2014

Mogi das Cruzes – Voluntários e amigos da Igreja de Jesus Cristo realizam o projeto Mãos que Ajudam o Meio Ambiente em 2014


No dia 11 de Outubro de 2014, jovens voluntários da Organização dos Rapazes e Moças, membros e amigos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, realizaram uma iniciativa intitulada: Mãos Que Ajudam o Meio Ambiente. O projetou realizou plantio de mudas de árvores e contou com a parceria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Mogi das Cruzes.
Participaram do projeto cerca de 60 jovens juntamente com a liderança e coordenadores do projeto da região. Esteve presente na ação o Vereador Clodoaldo, e o interessante é que ele levou seu filho para participar também, com os voluntários da Igreja. Seu filho Gustavo gostou de participar e rapidamente se entrosou com todos. “Foi uma experiência positiva ver pai e filho servindo juntos”, comentou Denilson Luz, diretor de Assuntos Públicos da região.

Fonte – Conselho de Assuntos Públicos Mogi das Cruzes
Denilson Luz – Diretor de Assuntos Públicos Conselho de Coordenação São Paulo Leste

Nei Garcia – Assuntos Públicos Brasil

domingo, 26 de outubro de 2014

Batismo de Jesus

Batismo de Jesus
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batismo_de_Jesus


Batismo de Cristo
1481-1483. Por Perugino, na Capela Sistina, no Vaticano.

O batismo de Jesus marca o início do ministério público de Jesus.

 Este evento é narrado nos três evangelhos sinóticos (Mateus, Lucas e Marcos, enquanto que em João 1:29-33, que não é uma narrativa direta, João Batista testemunha o episódio1 2 .

 O batismo é um dos cinco eventos mais importantes da narrativa evangélica sobre a vida de Jesus, os outros sendo a transfiguração, a crucificação, a ressurreição e a ascensão3 4 .

João Batista pregava o "batismo pela água", não de perdão ou contrição, mas para a remissão dos pecados (Lucas 3:3) e se declarava um precursor d'Aquele que iria batizar "com o Espírito Santo e com o fogo" (Lucas 3:16). 

Ao fazê-lo, ele estava preparando o caminho para o "Senhor"5 . Jesus veio até o Rio Jordão, onde ele foi batizado por João num lugar que é tradicionalmente conhecido como Qasr al-Yahud ("Castelo dos Judeus")5 6 7 8 9

Este evento termina com o céu se abrindo, a descida do Espírito Santo na forma de uma pomba e uma voz divina anunciando: "Tu és o meu Filho dileto, em ti me agrado."10 .

A voz combina frases chave do Antigo Testamento: "Meu Filho" (o rei da linhagem de David adotado como Filho de Deus em Salmos 2:1 e Salmos 10:1, "dileto" (ou "bem-amado" - como Isaque em Gênesis 22:) e "em ti me agrado" (o servo de Deus em Isaías 42:1)5

A maior parte das denominações cristãs veem o batismo de Jesus como um evento importante e a base para o rito cristão do batismo (veja também Atos 19:1-7). 

A controvérsia reside principalmente com a relação do ato com a heresia do cristianismo primitivo conhecida como adocionismo, que pregava que Jesus só ali se tornou o Filho de Deus.

No cristianismo oriental, o batismo de Jesus é comemorado no dia 6 de janeiro, a festa da Epifania11

Na Igreja Católica, na Comunhão Anglicana e em outras denominações ocidentais, ela é relembrada num dia da semana seguinte, a festa do Batismo do Senhor


Mapa Astral de Jesus de Nazareth

Mapa Astral de Jesus de Nazaré









Fonte: Cavalo de Tróia 4 - Nazaré - J.J.Benítez - Ed. Planeta 2013
Pag. 261
"
Tenho hesitado em incluir esta documentação sobre Jesus. Não é em vão que sou do signo de Virgem...

Mas, finalmente, em honra à memória de Eliseu - autor do trabalho - achei oportuno complementar tudo o que tenho dito com ao menos uma síntese do curioso "horóscopo" (o termo não era do agrado de meu irmão, mais versado do que eu nestas questões esotéricas) elaborado com a ajuda do computador central do
"berço".


Nunca lhe perguntei como o havia conseguido.

Só me lembro que um dia, durante o "terceiro salto", se concentrou em sua feitura, ministrando ao Papai Noel todos os dados que havíamos recolhido.

O resultado do seu entusiástico trabalho deixou-me atônito. 

Talvez este resumo possa acabar sendo de utilidade para algum "outro louco maravilhoso".

A documentação, que jamais foi entregue à Operação Cavalo de 
Tróia, dizia o seguinte:

HORÓSCOPO NATAL DE JESUS DE NAZARÉ,
Autor: Papai Noel. (Meu irmão preferiu camuflar-se atrás do nome de guerra do computador).

Belém
Judéia
Israel.

21 de agosto do ano menos 7.
Hora local (refere-se à do nascimento): 11 horas, 43 minutos e 9 segundos.
(Outro registro: em "nossa volta" creio que fomos os únicos seres deste planeta a celebrar o Natal nesta data e hora.)

Dados Gerais:
Longitude: 35o E 12',
Latitude: 31o N 43'
Casas: Placidus, Geocêntrico, Tropical.
Hora universal (Greenwich): 9 horas, 22 minutos e 21 segundos.
Hora sideral: 9 horas, 33 minutos e 7 segundos.
Casas (Eliseu explicou-me certo dia o significado de cada um desses vocábulos. A verdade é que não prestei muita atenção e fui esquecendo) 

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Como ler a sorte no domino

Como ler a sorte no dominó (Domino significa Senhor em Latim).






Fonte: Diversos autores, pesquisa na internet

Como ler a sorte no dominó 

Dois dados podem ser a expressão tridimensional dos 12 signos do Zodíaco, que podem ser obtidos ao acaso a menos do signo do número 1, Aries.

O dominó é o jogo de dois dados estendidos num tabuleiro. Já nesta forma de oráculo é possível incluir Áries (número 1) e também a ausência de signo (número zero).

Desta forma, a mesma interpretação vale para quando se joga dois dados. No caso dos dados de os dois dados se afastam muito do lugar jogado considera-se nada e nada. Se um dos dados se afasta muito do lugar jogado considera-se nada e um.

No caso do dominó:
Proceda como em uma partida normal: embaralhe todas as peças.

Retire uma pedra e, sem ver, coloque-a sobre a mesa, sempre virada para baixo.

Faça isso três vezes em seguida.

Depois, vire-as sobre a mesa e interprete-as em conjunto, de acordo com o significado de cada peça:

Nada e nada: o pior presságio, tristeza, perda.

Um e nada: projetos concretizados.

Um e um: visita de amigo.

Dois e nada: dificuldades.

Dois e um: felicidade.

Dois e dois: ciúme.

Três e nada: surpresa.

Três e um: novidades.

Três e dois: perda sentimental.

Três e três: ciúme.

Quatro e nada: reencontro.

Quatro e um: perda de patrimônio.

Quatro e dois: perda sentimental

Quatro e três: problemas.

Quatro e quatro: encontros amorosos

Cinco e nada: amigo de visita.

Cinco e um: caso de amor.

Cinco e dois: comemoração.

Cinco e três: uma visita.

Cinco e quatro: lucro.

Cinco e cinco: mudanças, sucesso.

Seis e nada: risco de traição.

Seis e um: fim de problemas.

Seis e dois: presente útil.

Seis e três: viagem feliz.

Seis e quatro: aborrecimentos.

Seis e cinco: imprevistos.

Seis e seis: dinheiro e fama.

A Mandala Astrológica colocada de forma linear para maior facilidade de estudo e simplificação passa a se constituir no Tabuleiro Astrológico.

Significado de Mandala

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mandala

Mandala é uma palavra em sânscrito que significa círculo.

Para saber mais, clique sobre mais informações, abaixo.

domingo, 5 de outubro de 2014

HOROSCOPO DO TIPO SANGUINEO – Ketsueki Gata Uranai

HORÓSCOPO DO TIPO SANGUINEO – Ketsueki Gatá Uranai 



Fonte: http://www.almamistica.com.br/horoscopo_sangue.asp

No Japão, perguntar sobre o tipo sanguíneo de uma alguém é tão comum quanto desejar saber qual é o seu signo. Os japoneses crêem que ter sangue A, B, O ou AB revela o caráter da pessoa.


Quer saber como o Ketsueki Gatá Uranai, o Horóscopo do Sangue, funciona?
Confira abaixo as características da sua personalidade e como se relaciona com os outros signos desse Horóscopo.


Os 4 Signos

Sangue tipo A
As pessoas de sangue tipo A são meticulosas, reservadas, cheias de preocupações, indecisas, cautelosas e altruístas.


Elas gostam das coisas organizadas e consideram que respeitar as leis e regras é essencial para a sociedade.


São modestas e não apreciam exageros.

Costumam se interessar pelas coisas mais quietas, delicadas e sutis.

Não gostam muito de surpresas e mudanças.

E, por serem muito “certinhas”, às vezes têm necessidade de extravasar através de passatempos de vários tipos.
Em geral, são muito desconfiadas e fechadas.

Preferem ter poucos amigos, mas aos quais são totalmente fiéis.

Acham que têm o dever de servir a humanidade e sentem mais prazer fazendo coisas pela sociedade do que para si.

Colocam as “necessidades” sociais à frente de suas vontades.


Como são perfeccionistas se dão bem em trabalhos que exigem atenção.
Quando estão apaixonadas são completamente dedicadas ao seu amor.

Sangue tipo O

Para saber mais, clique sobre Mais informações, abaixo.



sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Saudades das cebolas do Egito

Saudades das cebolas do Egito
Foto: Breno Lerner - Autor do artigo referenciado abaixo.


O seguinte texto é de autoria de Jorge Purgly
Estimado leitor,
Como uma atividade de vida pode passar de geração em geração por até milhares de anos na mesma família.

Purløg em dinamarquês quer dizer “cebolinha” e esta é a origem dos meus antepassados: uma família de plantadores de alho e cebola, pertencentes à Tribo de Efraim.

Seguindo a história da família dos meus antepassados que se perde nas areias do tempo, começamos por Purgly, nome recente cujo "y"do sobrenome foi dado em 27 de outubro de 1820. Antes da Austro-Hungria a família esteve na Alemanha e anteriormente na Suíça, onde era chamada por Purgl.

Considerando a diáspora anterior, os Purgl vieram da Dinamarca, onde tinham o nome Purløg, isto é Cebolinha, que era o que eles plantavam e comercializavam: alho e cebola, provenientes de suas plantações em Puglia na Itália.A região de Puglia, chamada Pulia fica no salto da bota do mapa da Itália.

A partir deste ponto entra em cena a imaginação.

É fácil conceber os Puglianos em eras anteriores plantando e colhendo cebola nas terras do Antigo Egito.

E como nada acontece por acaso, a cidade de Makó, na Hungria foi muito famosa pelo seu plantio de alho e foi naquela região que os Purglys se instalaram.

Enfim, quem resiste aos deliciosos anéis de cebola frita, os famosos onion rings?

Segue o texto de Breno Lerner.

Do Egito, A Liberdade E A Cebola, O Alho, Os Pepinos...

Fonte: http://breno-lerner.blogspot.com.br/2013/05/do-egito-liberdade-e-cebola-o-alho-os.html



Breno Lerner - Papo de Cozinha

Breno Lerner é editor, formado e pós-graduado em administração de empresas pela FGV/SP. Estudioso e pesquisador da história da culinária, em especial da judaica, tem três livros publicados sobre o tema. Conduziu por três anos o programa de TV “A Cozinha da Idishe Mome” e ministra regularmente cursos e workshops de culinária. Colunista da Revista Menorah blerner@uol.com.br


Lembramo-nos dos peixes que, no Egito, comíamos de graça; dos pepinos, dos melões, dos alhos silvestres, das cebolas e dos alhos.” (Números 11:5) Por mais de uma vez meus assíduos leitores (??!!) viram esta passagem de Números em algum artigo meu.

A passagem dos judeus pelo Egito, do ponto de vista culinário, foi importantíssima.

Novos ingredientes, novos utensílios, novas técnicas de cozinha, novas tecnologias de cultivo, colheita e produção foram incorporadas à cultura eno/ gastro/culinária do povo judeu.

Talvez, as mais importantes contribuições tenham sido efetivamente o processo aprimorado de fermentação para o pão e cerveja, os fornos e ingredientes como os acima citados, além de formas mais racionais e produtivas de plantio e colheita.

No rigor da história não é definitiva a data de fixação dos judeus no Egito, ou seja, a ida das tribos representadas pelos irmãos de José.

Historiadores diversos atribuem este período a datas que vão de 1.600 a.C. a 1.550 a.C., ficando, portanto, muito difícil também descobrir qual teria sido o faraó que aceitou José como seu conselheiro/ ministro.

Já existe bastante certeza que o faraó que tornou os judeus escravos foi Ramsés II (reinado de 1.279 a 1.212 a.C.).

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.



Faraó glorificado da 19ª dinastia – considerado um dos maiores líderes não só do último reino mas dos três reinos egípcios – Ramsés foi também um grande construtor, tendo entre suas obras os templos de Abu Simbel e a finalização dos templos de Luxor e Karnac.

Que mão de obra utilizou para isto, já sabemos.

Também é dado como certo que o Êxodo ocorreu no reinado de Menerptah, neto de Ramses II, aproximadamente 90 anos após o início da escravidão.

Estima-se, portanto, que os judeus tenham passado entre 300 e 400 anos no Egito, 90 deles como escravos.

Bem, localizados no tempo, vamos ver o que encontraram nossos antepassados, do ponto de vista culinário: Comecemos com o que era plantado: a base da alimentação eram verduras, legumes e frutas.

Os cereais, existentes em razoável quantidade, eram mais distribuídos à população em geral, ficando frutas e folhas frescas reservadas aos extratos superiores.

Determinadas frutas só eram cultivadas em árvores dentro de templos, como forma de garantir sua exclusividade.

Os jardins de palácios e residências, na verdade, misturavam arbustos de flores com árvores frutíferas e hortaliças, sempre ao redor de um tanque central que não só tinha peixes (comestíveis e decorativos) e função decorativa, como a água para rega do jardim.

Normalmente, logo ao redor do tanque, havia uma treliça com um parreira, por fora da treliça pequenas árvores, ervas, arbustos, algumas hortaliças, num terceiro perímetro, touceiras de papiros, tamareiras e palmeiras.

Cada casa ou palácio tinha a equipe de hortelões que trabalhava duro carregando pela manhã uma canga com a tina de água para regar as verduras e uvas, ao meio dia as palmeiras e a tarde os pepinos (verso da época).

Eram conhecidos pelo enorme calo que tinham no pescoço, pelo peso absurdo da tal canga.

Tinham ainda como obrigação correr pelos jardins agitando tiras de pano para afastar os pássaros quando os frutos amadureciam, porém, sem fazer barulho, para não incomodar.

As frutas que aparentemente eram conhecidas desde a primeira dinastia são a tâmara (nativa do Egito), o figo e a uva.

Cenas em túmulos mostram a larga utilização da tâmara não só fresca, como seca e na forma de xarope, como adoçante, após longo cozimento.

O figo, embora de origem asiática (escavações dão conta da existência de frutos na Ásia em 5.000 a.C.) deve ter chegado ao Egito pela Síria e era muito consumido seco, fresco e, medicinalmente, assado.

A uva deve ter entrado no Egito no mesmo período que o figo, seu maior consumo era como passa e para fabricação do vinho, curiosamente, era pouco consumida fresca.

No Médio e Novo Impérios apareceram novas frutas como a romã, cujo xarope e sementes acabaram tendo papel importante na culinária do Oriente Médio; os melões, dos quais os egípcios gostavam muito de consumir as sementes torradas; melancias; maçãs, que não despertaram muito entusiasmo, e outros que pouco conhecemos, como o algarobo, uma espécie de vagem que, depois de seca, tem um gosto parecido com chocolate; o sicônio, parecido com um figo, só que bem vermelho; a persea, da qual tudo que se sabe é que dela se fazia uma farinha e a chufa, de cujos rizomas faziam-se e ainda se faz doces excelentes no Egito e na Espanha.

Como bônus especial, aqui vai uma receita de 5.000 anos de idade para tirar dores do corpo.

n 2 figos torrados n Azeite de coco n 2 colheres de sopa de uvas passas Coloque os figos e as passas de molho no azeite de coco até amolecer.

Passe tudo em um pilão até transformar em uma pasta que deve ser ingerida por quem estiver com dores no interior do corpo.

In: Lês papyrus médicaux de l’Egypte pharaonique – Ebers – Fayard Paris, 1955 Já no campo das verduras e vegetais, a lista é bem mais vasta.

Claro, e como bem diz a passagem de Números, a base da culinária egípcia da época e de hoje, era e é o alho e a cebola.

Cenas e mais cenas em túmulos e na arte cotidiana mostram o plantio, a colheita, a utilização e o consumo extensivo destes dois ingredientes por toda a população de todos os reinos do Egito.

Aparentemente a cebola era mais consumida pelas baixas camadas da população e quase sempre crua, como complemento da refeição.

Heródoto chega a citar em seu “Relatos de Viagem” (Nine Books of History) que numa das pirâmides que visitou no Egito, teria lido numa inscrição na parede que foram gastos 1.600 talentos de prata (54,5 toneladas!) apenas com a compra de cebolas e rabanetes para os operários durante a obra.

Muito semelhante à cebola, o alho porro (silvestre) tinha grande consumo e, em toda iconografia, fica muito difícil distinguir um do outro.

Pepinos, rabanetes e aipos eram bastante consumidos crus, cozidos ou em conserva salgada.

Apício cita em seu livro a abóbora como sendo muito consumida no Egito mas não se tem quase nenhum registro de utilização da mesma em iconografia descoberta em monumentos antes do período romano.

Alguns tipos de alface eram largamente consumidos, sendo a mais conhecida, até os dias de hoje, uma variação com o nome de Mulukheya (Corchorus oliturius) com a qual se faz um cozido doce, típico do Egito, e outro salgado, típico do Líbano, extremamente saboroso.

Na área dos legumes, as favas (Ful) são prato que até hoje faz parte do cotidiano Sefaradi.

O que se sabe é que hoje o que conhecemos como Ful Medames, a mais clássica apresentação de favas, era conhecida na 17ª dinastia como Metmes.

O grão-de-bico, também velho conhecido da culinária egípcia, era denominado no médio império como Her Bik (cara de falcão) e sua principal receita, o Homus, vem de longuíssima data.

Ervilhas e lentilhas são conhecidas e utilizadas desde a 3ª dinastia, inclusive conhecendo-se uma receita de Homus de lentilhas desta época.

O que pouca gente sabe é que o tremoço já era consumido no Egito antigo, já sendo conhecido o método de fervuras sucessivas seguidas de períodos de molho em água fria para retirar seu gosto acre.

No capítulo das ervas, as descobertas arqueológicas mostram que as mesmas eram conhecidas e utilizadas em profusão, mas não deixam muito claro como.

Muito provavelmente o maior uso não era culinário mas sim médico e esotérico.

Ainda assim, encontraram-se sementes de cominho em vários túmulos; a canela, que era conhecida como ta shepes, a erva nobre; a pimenta do reino, que era usada nos unguentos dos embalsamadores; o funcho, o anis, a mostarda, o coentro, o gergelim e, possivelmente, a salsinha e o manjericão.

Carnes e aves eram largamente consumidos pelos egípcios.

Aparentemente, os domesticados mais populares eram porcos e cabras.

O faraó e o clero tinham grandes fazendas privadas de gado.

A carne bovina era largamente a mais apreciada mas de difícil acesso à população em geral, que praticamente só a obtinha quando, após os sacrifícios (praticamente diários), eram distribuídas as sobras.

Existiam também açougues que vendiam a carne bovina, caprina e suína com cortes bastante semelhantes aos encontrados na Europa, hoje em dia.

Havia normas fixas e restritas quanto ao abate, sendo, por exemplo, o sangue recolhido e utilizado para medicina e culinária.

Havia a caça não só para consumo como para domesticação e posterior consumo de gazelas, cabras- -selvagens, órix, lebres, porcos-espinho e, surpreendentemente, a hiena.

No túmulo de um nobre chamado Mereuka, encontra- se uma cena de dois escravos cevando uma hiena (engordando-a à força, com bolotas de vegetais misturados com gordura).

Gansos e patos eram as aves mais consumidas.

Determinadas cidades chegaram a ter granjas para mais de 10.000 aves.

A galinha chegou ao Egito provavelmente no período romano e foi largamente apreciada e consumida.

O pombo era considerado uma iguaria (até hoje é importantíssimo na culinária do Oriente Médio) e, além de caçado com redes, era também criado em monstruosos pombais, próximo a alguns templos.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Como acabar com as formigas doceiras na cozinha

Como acabar com as formigas doceiras na cozinha

Custa cerca de R$ 15,00 o tubo.










- Achei incrível
- Será que dá certo com as formigas doceiras na cozinha?

- Hum! não sei

- Mas aqui em casa em usei um componente químico e elas sumiram

- Eram muitas formigas de doce
- Formigas doceiras existem em toda parte.
- Não podia deixar qualquer coisa doce que era motivo de encher de imediato de formigas

- Coloquei esse componente e elas sumiram
- E como você resolveu?

- Momento, deixa eu ver aqui o nome

- O nome é: STRAIK gel
- É muito caro?

- Vem inclusive com um aplicador

- Acho que não. Não lembro o preço.

É um dos mais procurados.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Minha palma da mao e grande o que isso significa

Minha palma da mão é grande, o que isso significa?





Recebi estas imagens da Borboleta Tatuada de Veranópolis, e apresenta belas mãos e que tem a palma grande em relação aos dedos. Vamos ver o que isto significa?

Observando as imagens o que nos chama a atenção?


A área de casamento e filhos na imagem está em branco ou ilegível.
Nada se pode dizer assim.
Entretanto, examinando com zoom a imagem original observamos um pequeno risco que indica um casamento e também uma linha que indica um filho. Atualmente a questão dos filhos depende de aspectos econômicos e também da disposição do casal de modo que isto pode mudar com o tempo para mais ou para menos. Mas é o que se apresenta hoje.
Lembro que ao contrário das impressões digitais as linhas das mãos mudam com o tempo. Elas mudam de lugar, se conectam e desconectam de modo que convém rever as leituras periodicamente.

Na figura abaixo vemos dois bracelentes no pulso. Como cada bracelete indica uma vida aproximada de 30 anos temos uma expectativa de vida de 60 ano para ela. Uma terceira linha de bracelete incompleta até a metade acrescenta mais 15 anos nesta expectativa e temos então 75 anos.

A Linha do Coração é bastante forte indicando amores profundos e apaixonados.

A Linha da Vida denota uma saúde relativamente frágil. Embora haja um grande bom humor as vezes é preciso cuidar da depressão e do estresse.





A figura abaixo mostra uma palma da mão grande e larga em relação aos dedos e é o objetivo principal desta postagem de blog.

A tatuagem é diferente, de bom gosto e enfeita bem a mão.

A mão é larga e cheia. Os dedos são curtos e nodosos. Entretanto ela não é nem gorda nem inchada. Os dedos e unhas são quadrados. 

Esta é a característica da mão útil.

As principais faculdades das pessoas que tem a mão útil são o amor à ordem e à força, previdência e habilidade.

A consulente veste-se bem, gosta de cerimônias e etiquetas, ama a pontualidade e a hierarquia, a simetria e a classificação.

A consulente submete-se voluntariamente às leis, ao governo e à autoridade e tem aversão a grandes inovações, à poesia, ao misticismo e aos sonhos idealistas, declarando-se sempre pelo positivo e pelo real.





Finalmente damos uma olhada no polegar. 
Um polegar curto é indício de ingenuidade, confiança, temperamento caseiro e útil, instintivo e impressionável. É o polegar de uma pessoa econômica que a médio prazo sabe acumular dinheiro. 





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